ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil
Enviada em 16/05/2021
Empatia no convívio dos brasileiros.
Devido ao aumento da popularidade das redes sociais os usuários se sentem confortáveis em expor suas filosofias de vida nelas. Por conta deste conforto os usuários criam espaços para o famoso “hate”. Fora das redes sociais, a dificuldade também está presente no cotidiano dos brasileiros, dado que, a população não se coloca no lugar do outro. Um simples gesto de doação de alimento se torna algo desagradável por conta do alto teor de egoísmo presente na sociedade.
Diante desse cenário, é importante reforçar o papel da escola e da família em instruir ações que cooperem para uma sociedade mais estruturada e unida. Em contrapartida, existem as chamadas famílias tradicionais as quais se vigoram pensamentos limitados como, por exemplo, engravidar somente após o casamento. Dessa maneira, não há espaço para o diálogo, assim inibindo a possibilidade de entendimento de quem passa situações como essas e consequentemente faltando com a empatia. Há também a falta de empatia por parte da péssima gestão do governo brasileiro onde Jair Bolsonaro minimiza as centenas de vítimas da pandemia de COVID-19. Bolsonaro nomeou a doença de “gripezinha” e se mostrou diversas vezes frio acerca das vidas perdidas.
Decorrente a esses fatores as escolas com o incentivo do Ministério da Educação precisam conceber debates sobre os mais diversos preconceitos existentes no convívio brasileiro como, por exemplo, costumes, sexualidade e drogas, com o objetivo de demonstrar que outras ideologias existem e assim trabalhar e reforçar a empatia. Com palestras dadas por psicólogos e educadores da área da ética e cidadania, pais e filhos se sentiriam confortáveis em debater e retirar dúvidas com os especialistas.