ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil
Enviada em 18/05/2021
Promulgada pela ONU, em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos direito à igualdade e ao bem-estar social. Entretanto, na prática, tal garantia é deturpada, visto que falta de empatia nas relações sociais encontra-se efetuada na sociedade. Desse modo, o desinteresse em consonância com a negligência governamental são os principais pilares para esses problemas.
Primeiramente, vale saliente a indiferença como perpetuador do problema. Segundo o IBGE, cerca de 80% das escolas não possuem uma matéria que discuta com os alunos assuntos sociais. Por essa perspectiva, os estudantes não debatem sobre assuntos coletivo. Assim, não aprendemos a se colocar no lugar do próximo e o egoísmo cresce cada vez mais.
Ademais, vale ressaltar a ausência estatal como perpetuadora do impasse. Destarte, segundo o Rousseau, filósofo contratualista, quanto menos felicidade o Estado é capaz de proporcionar aos cidadãos, mais eles precisam que buscar, individual, a felicidade. Sob essa ótica, as pessoas acabam buscando assuntos pessoais e deixam de dar atenção para o próximo. Dessa maneira, ocorre um individualismo firmado na falta de empatia pelo outro.
Portanto, com intuito de mitigar a falta de empatia nas relações sociais, urge que o Estado, como promotor do bem-estar social disponibilize subsídio para que o Ministério da Educação reverta essa verba em contrato de palestrantes, que por meio de workshops, com debates e rodas de conversas, ensinariam as crianças ea comunidade sobre a importância da empatia e da coletividade. Somente assim, a Declaração Universal dos Direitos Humanos entrará em vigor completo.