ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil
Enviada em 29/05/2021
No filme Norte-americano de nome Extraordinário, do ano 2017, o personagem Auggie Pullman sofre com uma deformidade facial fazendo com que ele seja alvo de bullying quando frequenta a escola. Nesse viés, nota-se que a falta de empatia nas relações sociais, extrapola os limites da ficção e é vivenciado por grande parte da população brasileira. Com efeito, a falta de ensinamento no ambiente familiar aliado ao individualismo, acentuam o problema em questão.
Em primeiro plano, é preciso atentar que as relações sociais tem início no ambiente familiar e o que se aprende é repassado para as demais convivências sociais. Nesse sentido, o educador brasileiro Paulo Freire afirma que “se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”. Assim, verifica-se que o ambiente familiar, por não apresentar um ensino eficaz voltado as relações humanas, não contribui para que o sentimento de afeto e empatia se estabeleça com solidez na vida cotidiana.
Também, é interessante frisar que o individualismo está associado à falta de empatia. Isso porque, o fenômeno de “cegueira moral” exposto pelo escritor português José Saramago exemplifica a alienação da sociedade frente as demais realidades sociais, a qual é fomentada pelo interesse próprio. À vista disso, compreende-se que a modernidade e suas consequências influênciam as posturas humanas, como exemplo, os trabalhos cotidiano desvia a atenção dos probemas alheios o que contribui para relações mais superficiais.
Deprende-se, portanto, para amenizar a problematica. Assim, é fulcral, que no ambiente familia, o país propocione educação efetiva aos filhos além de desenvolver a cultura de altruímo com visitações à orfanatos e azilos, ensinando-os a importancia de ajudar o próximo das mais diversas formas, afim de desenvolver o sentimento de empatia. Desse modo, poderá observar uma sociedade com relações mais concretas.