ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil
Enviada em 12/11/2021
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948, pela ONU (Organização das Nações Unidas), assegura todos os indivíduos o direito ao bem-estar na sociedade. Entretanto, a falta de empatia social faz com que os números de crimes e violência aumente no Brasil, tonando-se um fato perigoso as mulheres.
Em primeiro lugar, é crucial pontuar a ausência de medidas governamentais para combater o aumento das taxas de crime de ódio no Brasil. Diante dessa perspectiva, os principais casos ocorridos em todos os estados brasileiros é o feminicídio, segundo o G1, esses casos aumentaram em 53% durante a pandemia do Covid-19 (Coronavírus). Nesse sentido, essa declaração, segundo o filósofo contratualista, John Locke, configura-se como uma violação do ‘contrato social’, já que o Estado não desempre corretamente sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a segurança, o que é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar os transtornos mentais como impulssionador da falta de empatia com o próximo. Diante de tal exposto, o ser humano se torna mais suscetível ao indivídualismo e egoísmo, o que torna essas pessoas frias e calculistas para cometer um crime de ódio. Logo, é inadimissível que o cenário continue.
Pontanto, é impressindível o governo federal, por intemédio do Ministério da Saúde, proponha acesso aos psicólogos em postos de saúde e desenvolva paléstras com o intuíto de diminuir a falta de empátia com o próximo, o que levará a diminuição de crimes no Brasil. Assim, se consolidará um Estado em que desenvolve corretamente seu ‘contrato social’, como afirma John Locke.