ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil

Enviada em 18/07/2021

“O homem é o lobo do próprio homem”, frase cultivada ao longo dos séculos da idade média e intensificada com os ideais de Thomas Hobbes, que acreditava em um ser humano selvagem por natureza, desacreditando em possíveis relações empáticas por parte dos indíviduos. Mesmo sendo criado na idade média, o estado de natureza do ser humano ainda aparesse nos dias atuais, o mundo cada vez mais competitivo e consumista alarma a sociedade brasileira atual.

Primeiramente, a competitividade acompanha o Brasil desde sua formação, onde disputas territoriais eram constantes na época colonial, sendo estas entre portugues, franceses, espanhóis, holandeses e posteriormente os próprios brasileiros em revoltas separatistas. Mesmo esse feitos terem sido a época, o comportamento individualista e competitivo atua de maneira intensa na atualidade, onde a angústia por uma vida de altos pradões socias, acabam dando um enfoque nos princípios de um indivíduo, fazendo-o perder a capacidade de entender o lugar de seu semelhante.

Outrossim, também acompanhado de pensamentos individualistas, vê-se um outro lado dessa vertente, o consumismo, que alavancado com o capitalismo no Brasil nos séculos XIX e XX, já demonstrou sua falta de empatia com uma população, o exemplo disso, foi o caso da hidrelétrica de Balbina, onde o governo idealizando o desenvolvimento consumista e imediato, acabou realizando um desatre ambiental, inudando uma vasta região florestal e deslocando diversas populações ribeirinhas, sem o mínimo apoio para as mesmas.

Por conseguinte, a importância de um aprendizado social percebe-se necessário para o alarme de pensamentos individualista como a competitividade e o consumismo. Por isso o governo, por meio de reformas educacionais, deve construir pensamentos humanizados nas crianças desde cedo, para um melhor convívio social, pois somente o conhecimento é capaz de libertar e conscientizar futuras gerações.