ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil
Enviada em 11/08/2021
A Lei da Inércia, de Newton, relata que a tendência de um corpo é permanecer parado quando nenhuma força é exercida sobre ele. Fora da Física, é possível perceber a mesma condição no que concerne à questão da falta de empatia nas relações sociais no Brasil. Nesse contexto, observa-se a resolução de um grave problema, em virtude da base educacional lacunar e o silenciamento social.
Sob esse viés, a base educacional lacunar caracteriza-se como um complexo dificultador. Para o filósofo Kant, o ser humano é resultado da educação que teve, logo, se há um problema social, há uma falha na educação. Sob essa lógica, percebe-se que às escolas não têm cumprido o seu papel no sentindo de reverter os transtornos da falta de empatia nas relações sociais no Brasil, assim, as instituições não estão trazendo às salas de aulas conteúdos que ajam na resolução desse impasse.
Ademais, outro empecilho encontrado é o silenciamento social. O filósofo Foucault defende que, na sociedade pós-moderna, alguns temas são silenciados para que as estruturas de poder sejam mantidas. Nessa perspectiva, é perceptível uma lacuna, no que concerne à questão da falta de empatia nas relações sociais no Brasil. Nesse sentido, sem diálogo sério e massivo desse contexto social, a sua solução torna-se mais difícil de ser alcançada.
É evidente, portanto, que medidas estratégicas devem ser tomadas para mudar esse cenário. Sendo assim, é imprescíndivel que o Estado -principal promotor da harmonia social- promova “workshops”, em parcerias com às escolas, forte ferramenta formadora de opinião, por meio de recursos oriundos da União, os quais abordarão sobre as consequências negativas dessas ações e as formas de combatê-las e ajudar as vítimas, com a finalidade de propor diferentes soluções em conjunto com os alunos, e assim, alcançar o bem estar social. Dessa maneira, os cidadãos atuarão ativamente na mudança desse cenário brasileiro.