ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil
Enviada em 16/08/2021
“Passou por mim e nem olhou nos meus olhos”
Na prática religiosa, o estudo do evangelho com base na teoria psíquica ensina a importância da simpatia pelos outros e da ajuda secreta, o que demonstra simpatia sincera por outro cidadão. No entanto, nos tempos modernos, a escassez de boa vontade e o aumento do egoísmo inibiram a empatia e levaram ao ódio. Portanto, a falta de empatia inaceitável nas relações sociais brasileiras não só levou a diferenças óbvias nas comunidades étnicas, mas também aumentou os avanços de preconceito que levaram à morte.
Portanto, o enorme individualismo e os sentimentos segregacionistas transformados na sociedade moderna exacerbam como diferenças regionais, pois condições de serviço só são aplicáveis às classes populacionais. Segundo o IBGE, nesse preconceito existem desigualdades extremas na qualidade da moradia, na renda e nas funções pessoais de trabalho com base na cor da pele e raça dos cidadãos. Nasce das raízes do preconceito contra outra pessoa da realidade injusta de países indiferentes. Desta forma, a dignidade e os direitos civis estão longe das áreas empobrecidas modernas.
Diante dessa situação, o forte descaso interno dos cidadãos contribui para a covardia não cotidiano dos cidadãos, pois acaba em comportamento fatal. Nesse sentido, uma cantora transgênero (Pablo Vittar) afirmou que já foi vítima de violência física e psicológica na escola quando criança e hoje, com o sucesso, essas atrocidades foram minimizadas. No entanto, inúmeros jovens e adultos não identificados, privados de dinheiro, são vítimas de violência famosa todos os dias. Além disso, o IBGE destacou que um táxon de homicídios de negros é três vezes maior que a de brancos, o que confirma uma crueldade de falta de empatia. Desta forma, os principais objetivos enfrentados pela “minoria” no contexto social são evidentes.
Portanto, medidas necessárias ser instauradas para combater o impasse. Desse modo, o Governo Federal precisa estabelecer um projeto de ordem em que a polícia civil, de todas as localidades, deve fazer uma fiscalização intensa nas ruas, nas festas, nos adaptados e nas redes sociais. Essa vigilância deve ser feita nas 24 horas diárias e deve impor imediatamente o punimento carcerário prática de violência física e psíquica. Para a efetividade do programa, uma Receita Federal pode disponibilizar os recursos disponíveis para a polícia atuar na fiscalização. Ademais, as escolas precisam trabalhar na realidade social com os jovens, para que cresçam sem preconceitos. Logo, com essas imposições, a pregação do evangelho espírita será evidente no fortalecimento da empatia e na erradicação das diferenças e dos crimes de ódio.