ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil

Enviada em 18/08/2021

É absurda a falta de empatia nas relações socias no Brasil. Define-se empatia como forma de se colocar no lugar do outro e entender o que outro está sentindo e pensando, sem necessariamente concordar com com ele e também é diferente de simpatia, cujo conceito é a afinidade moral de pessoas.  Por causa do desconhecimento do que é empatia,  como também a falta de psicoeducação nas escolas,  certamente gera esse déficit empático gigantesco País.

A princípio, o desconhecimento e confusão de empatia com simpatia, comforme bem exemplificado no filme western/drama " três anúncios para o crime", onde a protagonista é anti-heroi, a história narra que a atriz principal teve seu filho brutualmente assassinado, e por causa disso resolve fazer justiça com as próprias mãos, usando fortes atos de violência e ilegalidade. Posto isso, é possível entender os motivos da ação dela, os pensamentos dela, os sentimentos dela, sendo empatico, mas jamais concordar essas ações ilícitas, recheadas de violencia, isto é, de modo algum ser simpatico as atitudes dela.

Ademais, a falta de psicoeducação nas escolas sobre ética, valores morais, respeito ao próximo, emoções, sentimentos, subjetividade. Em outros termos, afim de evitar gravidades como o “Apartheid”, como ocorreu nos EUA e na Africa do Sul. Pois, existia banheiro para brancos e para negros, e bebedores para brancos e para negros, os estádio e ginásios, contavam com divisão etnica. Outrossim, no Brasil temos três raças predomintes, Branco, Negro e Indígena. Por isso, alguns autores da antropologia afirmam que, em um grau hierarquico o branco está no topo, No grau mais baixo está o índio e o negro, e no meio estão os miscigenados. É segundo o dados do IBGE e da ONU, essas populações negro e indigenas são as mais  marginalizadas, com pouca porcentagem de acesso a ensino superior. Além disso, no meio e certo período da história, foi reconhecido mundialmente alegando ter democracia racial no país, entretanto, a discriminação é evidente. Depois, surgiram as recentes ações afirmativas e de enfrentamento,  e cotas para as populações marginalizadas.

Logo, é necessário que o MEC adicione as matérias,  por meio de projetos que alterem a legislação, com a intenção de colocar nas grades das escolas um ensino interdisciplinar e multiciplinar, por exemplo, noções de psicologia, direito, cidadania, ética, direitos humanos, jardinagem, trabalho voluntário. Adicionalmente, é necessário que por meio da FUNAI, consiga acento junto ao Congresso Nacional em sua bancada de pessoas marginalizadas, não apenas, negros e indíos, mas como também portadores de deficiência, comunidade LGBTQIA+, com a finalidade de criar ações afirmativas, com o objetivo de tornar-se uma nação mais empática.