ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil

Enviada em 20/08/2021

Dada a Revolução Industrial no século XIX, os ideias de uma vida repleta de bens materiais começa a dinfundir-se com mais frequência, bem como atos egoístas .Nesse sentido, dado o aumento da empáfia na contemporaneidade, a empatia, algo que devia ser comum na sociedade, torna-se algo louvável devido sua grande ausência. Dito isso, faz-se necessário debater dois pontos: quais os fatores que fomentam o egoísmo e quais as consequências da falta de empatia nas relações sociais no Brasil.

Em primeiro lugar, é necessário identificar quais os atos e fatores que fomentam a falta de empatia em um indivíduo. Dito isso, sentimentos que tendem a focar somente no própio sujeito, nos seus gostos e satifações, resultam numa indiferença involuntária com o outro, uma vez que esse está ocupado demais consigo mesmo. Nesse sentido, no livro “A morte de Ivan Ilitich” nota-se tais sentimentos individualistas no protagonista, que coloca-se com desdém e ignorância diante problemas de sua noiva. Ademais, não é incomum notar na sociedade atual sentimentos de soberba e indiferença através de atos preconceituosos, ganânciosos e materialistas.

Em segundo lugar, há de ser debatido quais as consequências da falta de empatia numa sociedade. Nessa conformidade, segundo o psicólogo André Assunção, a falta de empatia prejudica não somente quem necessita de ajuda, mas também o indivíduo que nao é empático, deixando-o mais amargurado e insensível. Portanto, uma sociedade em que é raro alguém colocar-se no lugar do outro só pode resultar numa sociedade doente, que só pensa na própria satisfação e no próprio bem, esquecendo que há outras pessoas ao seu redor precisando de amparo e ajuda.

Infere-se, portanto, que esse problema deve ser resolvido de imediato. Dito isso, é preciso que cada indivíduo tome noção da importância da empatia, fomentando então, reflexões sobre o tema em meios laborais, escolares e domésticos, através de conversas. Para que, assim, a sociedade brasileira entenda a importâcia de colocar-se no lugar do outro.