ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil

Enviada em 23/08/2021

É absurda a falta de empatia nas relações sociais no Brasil. Define-se empatia como forma de se colocar no lugar do outro e entender o que o outro está sentindo e pensando, é a preocupação com o outro. Por causa desse desconhecimento do que é empatia, como também a falta de psicoeducação nas escolas, certamente gera esse déficit empático gigantesco no país.

A pincípio, o desconhecimento e confusão de empatia com simpatia geram problemas sobre os limites e a tolerância, conforme bem exemplificado no filme western/drama " Três Anúncios para um Crime", ocasião em que a protagonista é anti-heroi. A história narra que que a atriz principal teve sua filha brutalmente assassinada, e por causa disso resolve fazer justiça com as própias mãos, usando fortes atos de violência e ilegalidade. Posto isso, é possível entender os motivos da ação dela, os pensamentos dela, os sentimentos dela, sendo empatico, mas jamais concordar com essas ações ilícitas, recheadas de violência, isto é, de modo algum ser simpatico as atitudes dela.

Ademais, a falta de psicoeducação nas escolas sobre a ética, valores morais, respeito ao próximo, emoções, sentimento, subjetividade. Em outros termos, afim de evitar gravidades como o “Apartheid”, como ocorreu nos EUA e na Africa do Sul. Pois, existia banheiro para brancos e para negros, e bebedores para brancos e para negros, os estádios e ginásios com divisão étnica. Outrossim, no Brasil temos três raças predominates, branco, negro e o indígena. Por isso, alguns autores da antropologia afirmam que, em um grau hierárquico o branco está no topo, no grau mais baixo está o índio e o negro., e no meio os miscigenados. Segundo dados do jornal G1.com a população negra e indigena são as mais marginalizadas, com pouca porcentagem de acesso a ensino superior. Além disso, no meio e certo período da história, foi reconhecido mundialmente alegando ter democracia racial no país, entretanto, a discriminação social é envidente. Depois, surgiram as recentes ações afirmativas e de enfrentamento, e cotas para as populações marginalizadas.

Logo, é necessário que o Ministério da Educação (MEC) adicione matérias, por meio de projetos que alterem a legislação, com a intenção de colocar nas grades das escolas um ensino interdisciplinar e multidisciplinar, por exemplo, noções de psicologia, direito, cidadania, ética, direitos humanos, jardinagem, trabalho voluntário. Adicionalmente, é necessário que por meio da Fundação Nacional do Índio(FUNAI), consiga acento junto ao Congresso Nacional em sua bancada de pessoas marginalizas, não apenas, negros e índios, mas como também portadores de deficiência, comunidade LGBTQIA+, com a finalidade de criar ações afirmativas, com o obejtivo de tornar-se uma nação mais empática.