ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil

Enviada em 07/10/2021

Segundo o filósofo Adam Smith, uma sociedade só progride quando quanda invivíduo busca suas ambições individuais, ou seja, a ajuda ao próximo seria sinal de fraqueza da sociedade. Trazendo para a realidade atual, tal pensamento está presente no cotidiano da sociedade brasileira, uma vez que, parte dela, sofre com a falta de empatia em suas relações sociais. Tal alegação faz-se verídica, por conta da existência de um pensamento conservador no ambiente familiar e escolar, em conjunto, com uma má gestão governamental.

A priori, é importante destacar que a mentalidade conservadora das famílias e escolas, agravam a problemática, justamento por conta da falta de diálogo. Tal pensamento é evidenciado pelo educador e filósofo Paulo Freire, o qual diz que o diálogo é um caminho para a colaboração, ou seja, se existe um bloqueio na comunicação, conseqüentemente, não há conversas, logo, não há empatia. Sendo assim, é importante ressaltar que a existência de um pensamento limitado a ideias de uma família tradicional, como por exemplo, a gravidez antes do casamento, dentre outros tabus existentes na sociedade, impede uma possibilidade de compreensão de quem passa por situações como essa. Os parentes e a escola, muitas vezes, não se permite a ceitar como hipóteses e não dialogam sobre e, consequentemente,

O filósofo Thomas Hobbes, em sua obra, “O Leviatã”, diz que o ser humano é movido por vontades e ambições individuais, o que impedem que as pessoas vivam de forma harmônica. Tal ideia é comprovada no regulamento político atual, onde vários políticos põem em prática suas ambições individuais acima das necessidades da sociedade, ocasionando em uma gestão governamental, logo, gerando uma falta de empatia na sociedade como um todo. Sendo assim, vale lembrar que, tais princípios políticos ser um bom exemplo para uma sociedade, por ser a autoridade máxima de um país, mas, pelo contrário, eles são mau exemplo.

Portanto, as escolas, em parceria com o Ministério de Educação, devem incentivar o diálogo entre as famílias, por meio de palestras, promover encontro entre pais, discente e docentes, um fim de quebrar os tabus existentes, trabalhando assim, a empatia nas relações sociais. Por outro lado, cabe ao governo, criar campanhas sobre a temática, por meio de separação de negócios para passar na televisão em horários nobres, com o objetivo da conscientização da sociedade. Assim, a ideia proposta por Adam Smith, não será pertinente no Brasil.