ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil

Enviada em 04/11/2021

Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o líder alemão Adolf Hitler disseminou a ideologia de superioridade da raça ariana em detrimento de judeus, homossexuais e negros, uma vez que eram aplicados a estes condenações com armas químicas e trabalhos forçados, demonstrando assim, o grave problema humanitário que perdura aos dias atuais: a ausência de respeito ao próximo. Ademais, é um conflito vigente no Brasil expresso por crimos de ódio, violência e preconceito e, por isso, demanda intervenções. Nesse ínterim, é imperioso ressaltar as principais causas de tal problemática: a cultura de estereótipos à diversidade e a necessidade de cumprimento da legislação em curso.

Em primeira análise, convém elucidar que o preconceito verificado nos crimes de ódio está imerso na cultura do corpo social brasileiro, visto que há grande recorrência destes durante a história do país. Outrossim, segundo o político Nelson Mandela, a antipatia para com o próximo é herdada ao ser humano, função que não lhe é biológica. Por consequência, a reprodução de atos desrespeitosos prejudica a convivência em sociedade, isto é, práticas como bullying, racismo e discriminação tornam-se cada vez mais presentes. Logo, é imprescindível a resolução desse problema.

Adiante, está previsto judicialmente que é dever do cidadão construir o bem-comum, haja vista que a Constituição federativa brasileira, promulgada em 1988, garante promoção de respeito e subsídio coletivo. Por esse motivo, de acordo com a legislação atual, os indivíduos devem juntos fomentar uma nação que abriga as pluralidades e promove a ação de se colocar no lugar do outro. Consequentemente, haverá realização da cidadania e serão extintos estereótipos e imoralidades.

Urge, pois, que medidas sejam tomadas a fim de se coibir o problema discorrido. Portanto, cabe ao Ministério da Educação elaborar metodologias acadêmicas de empatia social, por meio do estudo das regras de boa convivência, palestras e avaliações críticas da própria conduta, a fim de resgatar o respeito pela população, já que as crianças e jovens serão os próximos cidadãos. Com isso, os direitos e deveres regidos pela Carta Magna vão se tornar realidade.