ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil
Enviada em 12/11/2021
Durante a pandedemia de COVID-19 observou-se individualismo na sociedade brasileira, em que várias pessoas armazenaram máscaras e álcool em meio a crise de abastecime. Porém, nota-se que tais ações são apenas um sintoma de um problema maior, a falta de empatia nas relações socias. Nesse sentido é importante o debate sobre as causas e os meios de combater esse mal.
Inicialmente, vale salientar que a valorização do consumismo acentuou-se após a Revoulução Industrial, por conta da maior capacidadede de produção. De acordo com pesquisa do g1, 76% das pessoas não praticam consumo consciente no Brasil. À luz disso, note-se que o indivíduo consome cada vez mais e, por conta disso, desmata e produz lixo em quantidades alarmantes, sem preocupar-se com o futuro das próximas gerações. Desse modo, é necessário enfrentar o modelo culturalmente imposto a comunidade.
Outrossim, vale destacar que a sociedade do século XXI valoriza cada vez mais a individualização, devido a ascensão do capitalismo. Segundo o filósofo sul-coreano Byung-Chul Han, em sua obra “Sociedade do Cansaço” , as pessoas buscam incessantemente a produtividade e o alto desempenho próprios em detrimento das relações socias. Portanto, demonstra de maneira precisa o quadro da sociedade atual.
Destarte, urgem medidas de embate a essa mazela da contemporaneidade. Assim, o Estado deve incentivar o consumo consciente - por meio de campanhas de desenvolvimeto sustentável e do alerta à população aos impactos do lixo - com o fito de diminuir a grande quantidade de resíduos produzidos, de modo que as próximas gerações tenham acesso a uma sociedade mais saudável. Ao Estado, cabe, também, através das escolas, o estímulo ao trabalho em grupo - por meio da prática de esportes e atividades em equipe - com o intuito de integrar os alunos e demonstrar o poder da coletividade. Para que, dessa forma, desconstrua a maneira individualista de pensar vigente nos dias atuais.