ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil

Enviada em 06/12/2021

O preâmbulo da Carta Magna brasileira assegura que o Estado garante dentre outros direitos o do bem-estar social. No entanto, as relações sociais harmônicas brasileiras estão se degradando devido a terrível falta de empatia nessas conexões sociais, o que dificulta o Estado de desempenhar seu papel. Com efeito, é evidente a ação do Ministério da Educação em paralelo a ação do Ministério da Saúde no combate dessa problemática.

Primeiramente, cabe ressaltar que a empatia favorece a construção de uma sociedade coesa e pacífica. Nesse sentido, segundo o sociólogo polonês Zygmund Bauman, atualmente as relações humanas estão superfícias e substituidas por conexões, pois essas são mais fáceis de quebrar do que as relações. Sob essa ótica, a falta de empatia pode inclusive levar para uma anomia social que é a desistegração do Estado.

Outrossim, as relações socias com falta de empatia geram uma pertubação na saúde mental dos indivíduos propiciando o surgimento de patologias psicológicas nesses. Isso porque segundo o filósofo grego Aristóteles, o ser humano é um ser eminentemente social. Logo, as relações atuais superficiais ,conforme Bauman, afetam diretamente a construção saúdavel da egregóra social de Aristóleles. Nesse sentido,os elos sociais enfraquecidos pela falta de empatia prejudicam não só a comunidade como a saúde mental de seus cidadãos.

Portanto, é imprescindível que a falta de empatia nas relações da sociedade verde-amarela sejam amplamente atacada. Para tanto, o Ministério da Educação deve inserir no currículo de sociologia do ensino médio, um dia por semenstre de palestras e debates com filósofos, sociólogos e pscicólogos visando estimular os jovens a compreenderem como é importante a manutenção saúdavel da sociedade. Além disso, o Ministério da Saúde, por meio de campanhas publicitárias vinculadas pela internet valorizariam a importância de contatos de indivíduos com a comunidade sem preconceitos que prejudicam a construção de um convívio sólido. Dessa forma, por meio de combate a falta de empatia nas relações sociais brasileiras o Estado garante o direito dos seus cidadãos ao bem-estar social descrito na Constituição brasileira.