ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil
Enviada em 23/05/2022
Ainda em 1530 durante o período de colonização já se observava as praticas de escravidão no Brasil, o que gerou uma desumanização diante aos povos escravisados e fez com que a sociedade evoluisse dessa forma. Nos convivios atuais os reflexos dessa má estruturação está explicito e confirma a falta de empatia nas relações sociais, o que gera grande violência, mortes e um grande retrocesso para a vida conjunta.
Sendo assim, durante as fases mais críticas da pândemia do COVID19 o ato de promover aglomerações em locais públicos ou mesmo privados é considerado falta de empatia já que as pessoas envolvidas além de colocar a própria saúde em risco, não estão respeitando a preocupação de muitos em relação ao vírus e desconsiderando a dor e sofrimento de quem perdeu um parente. Isso induz uma sociedade cada vez mais despreocupada com os sentimentos do próximo.
Nese sentido, de acordo com um relatório produzido pelo Observatório de Mortes e Violência contra LGBTI+ em parceria com outras instituições foi destacado que o Brasil é o país que mais mata LGBTQIA+ em todo o mundo pelo quarto ano seguido, cerca de um caso a cada 29 horas e com distaque para a região Nordeste, onde se concentram mais casos, e isso rebate o fato dessa região ser a que mais sofre com xenofobia no país, sendo de difícil compreenção o por que da tanta falta de empatia já que são descriminados igualmente.
Portanto, mudanças urgentes no comportamento da sociendade em geral devem ocorrer para um melhor convívio. Cabe não só aos próprios indivíduos repensarem suas atitudes mas também ao governo por meio da criação de leis mais severas para punir quem desrespeita os direitos humanos provocando a humilhação ou até mesmo a morte do próximo apenas por não sentir empatia pelo mesmo, e dessa forma será possível que a empatia nas relações sociais melhore aos poucos no Brasil.