ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil
Enviada em 23/05/2022
Nos dias de hoje, empatia é uma coisa rara de se ver, ainda mais em questões sociais, essa raridade está totalmente ligada ao egoísmo. As pessoas não se colocam uma, nos lugares das outras ou pensam no que os outros podem sentir, a partir do modo que você agir ou algo que irá falar.
Em dias de jogos, por exemplo, podemos ver muito sobre essa falta de empatia, onde há confusões e agressões entre as torcidas e entre os jogadores, ou até mesmo nas redes sociais, quando pessoas agridem verbalmente alguém, sem nem pensar no que está falando ou no que isso irá causar para a vítima. Segundo uma pesquisa da Universidade do Estado de Michigan, nos Estados Unidos, dentro de 63 países estudados sobre empatia, o Brasil está na 51ª posição, apenas atrás de outros 12 países, o que é um grande problema para a sociedade. Mesmo o país sendo bem receptivo e carismático, a população gosta de mostrar sua hierarquia, perdendo assim a sua gentileza, outro problema no Brasil, é que os brasileiros têm dificuldades em dialogar, não conseguem ter discussões sem levar para o pessoal (religião, esporte, etc).
A falta de compreensão e afeto ao próximo pode gerar muitas complicações para a pessoa, pois, pode gerar frustrações, medos, inseguranças e ansiedade. Os políticos do país só estão piorando a situação, quando eles influenciam a população a serem mais egoísta e narcisista.
Para a necessidade do bem-estar da comunidade, será preciso a solução desse problema, o Ministério da Educação (MEC) poderia adotar medidas, como incluir projetos ou palestras nas escolas, fazer reuniões com pais e mestres, para que a empatia seja incluída no dia a dia da criança, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) também poderia introduzir projetos voluntários e campanhas na sociedade. Como disse Nelson Mandela, “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”.