ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil
Enviada em 23/05/2022
A palavra “empatia” significa se colocar no lugar do outro, dispensando conceitos pessoais e coletivo para ajudar o próximo. Nesta visão, a falta de posição em casos sociais frequentes são consequencias de um país sem nehuma justiça social, além do fato que os pensamentos recentes tornam-se fundamentais, mesmo que não faça sentido. Com isso, o Brasil acaba se vinculando a esse cenário cultural, pois por ser um país retrógrado, liderando discursos de valores retrassados. Tornado a discussão sobre a falta de empatia, algo extremamente relevante.
Primeiramente, tem de se que desmanchar a permanência dessa temática sob a perspectiva de Foucalt. Segundo o filósofo crítico e o cerceamento de corpos, o homem é prisioneiro da própria sociedade, uma vez que este apenas integraliza aquilo que convém socialmente. Nesse sentido, o estudo enfatiza a preferência por discursos vigentes - os quais possuem o intuito de moldar e implicar uma única forma de agir e pensar coletivamente -, diante de um quadro de diferenciações. Logo, questões sobre sexualidade, papéis de gênero ou identidades histórico-culturais, por exemplo, estão sob os cuidados de ideais absolutos e valores tradicionais, posto que, embora os períodos históricos passem, o senso comum ainda continua o mesmo. Dessa maneira, a problemática sugere resultados políticos, econômicos e sociais, negativos.
Também, é importante observar o papel negativo da indústria cultural para a superação de relações não empáticas. No livro “A problemática de uma única história”, que foi publicada pela escritora africana Chimamanda Aduche, os grandes acontecimentos históricos valorizam apenas o heroísmo europeu, sugerindo, então, a persistência do eurocentrismo, que se torna uma pratica de discriminação e da exclusão até hoje. Assim, é possível notar que a indústria cultural é uma consequência do fortalecimento e da solidific da ideologia econômica eurocêntrica, dotada de poder e de dominação, em que acaba por coisificar e apagar qualquer reflexão cultural de grupos minoritários. Por conseguinte, o quadro descrito promove o silenciamento de grupos invalidados socialmente, na visão de que o contexto de resistência e força grupal é transformado em lucro.