ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil

Enviada em 03/06/2022

É notório a falta de empatia nas relações sociais no Brasil, e isso toma proporções maiores. Hitler é um exemplo de um ser apático, pois espalhou discriminação de ódio aos Judeus , considerada uma raça impura e comentendo um dos maiores genocídios da história.

A escassez de afeição ainda é presente na sociedade atual, desenvolvendo efetivamente questões como o indiviadulismo e a superioridade do meio colocado.

Primordialmente, deve-se destacar o individualismo, já que torna o indivíduo egocêntrico ao ponto de não ter sentimentos pelos outros seres humanos. Embora uma parte da população seja consciente nesse sentido, sabe-se que muitos estão alienados interiormente por colocar seus problemas no topo de suas relações sociais. De acordo com a Bíblia, Alcorão e outros livros Bíblicos, amar o próximo é o um dos principais ensinamentos deixado por Jesus, e que deve ser seguido pelos fiés, porém o individualismo retira essa parte de amar o próximo. Com isso, a falta de empatia gera nas convivências sociais uma indiferença, tornando-se notório no cenário presente.

De mesmo modo, pode-se ressaltar a busca pela superioridade, o que leva a pessoa a se tornar um ser ignorante. Um dos filósofos mais da Grécia, Sócrates, falava sobre ignorância do ser na frase “Só sei que nada sei”. Embora ser sábio para Sócrates é admitir a sua arrogância, percebe-se que a maioria da sociedade é desprovida de tal conhecimento. Sendo assim, a humanidade por almejar posições melhores em seus departamentos, buscam a promoção colocando seus colegas de trabalho em uma posição inferior. Contudo, tal ação não é benéfica para este ser, já que, com o passar do tempo, se sentirá cruel, não por colocar seu colega como ser inferior, mas por notar que foi corrupto consigo mesmo.

Portanto, medidas precisam ser tomadas para minimizar a falta de empatia nas relações sociais brasileiras. Como pode provocar repulsa nas escolas, o Ministério da Educação deve incluir aulas sobre o assunto nos currículos escolares, a fim de estimular o debate entre os alunos para que eles possam pensar e compreender o assunto.Desta forma, a apatia nas redes sociais pode ser removida para que a discriminação de ódio que Hitler promoveu não volte a acontecer hoje.