ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil
Enviada em 03/06/2022
Empatia é o ato de compreender e ajudar o outro de forma honesta, mesmo sem fazer muita coisa, como por exemplo um abraço ou até mesmo uma palavra de consolo, só o fato de fazer companhia ao próximo é um ato empático. A falta de empatia, está ligada aos sentimentos de revolta, tristeza ou angústia, junto a um comportamento egoísta, que gera muitos problemas de relacionamentos, dentro da família ou em um círculos de amizade.
Ao decorrer da história do mundo, há várias situações que mostram o que um ser humano pode fazer, até onde a crueldade pode ir, quando não se pensa no próximo. Um exemplo que mostra muito bem o que é ser empático e o tamanho da crueldade que a falta de empatia pode causar é a história de Jesus.
Jesus ensina que deve-se amar ao próximo como a si mesmo, como é importante tentar compreender o próximo sem julga-lo ou atacá-lo sem ao menos tentar entender, pois um dia a mesma pessoa que julgou o próximo pode acabar em um estado pior do que o que um dia foi julgado, porém, Jesus mesmo ensinando a se colocar no lugar do próximo foi crucificado, apenas por tentar espalhar mais amor ao mundo.
A falta de empatia contamina o mundo todo, fazendo com que as pessoas pratiquem atos desumanos, egoístas, individualistas, competitivos e insanos. Há vários casos de atrocidades, como por exemplo, crimes de ódio apenas por uma pessoa pertencer a um gênero, raça, religião ou ter alguma orientação sexual diferente daquela que é comum ou sempre vista. No Brasil e no mundo inteiro, pessoas sofrem violência ou são assassinadas por motivos de julgamento e discordia da ideia que ela defende ou por apenas ser o que ela é.
Todos os anos, dias e horas, ofenças e atos cruéis são cometidos, mesmo havendo leis de segurança, como por exemplo, a Lei do Racismo, que pune todo tipo de preconceito contra origem, raça, cor, sexo e idade. mesmo assim, há pessoas que ainda praticam atos cruéis. Portanto, umas das possíveis soluções seria a intervenção do Ministério da Educação deveria investir em palestras, cartazes e propaganda para influênciar pessoas de todas as idades a pensar sempre no próximo.