ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil

Enviada em 03/06/2022

Nelson Mandela, ex-presidente africano, que ganhou o Prêmio Nobel da Paz, disse que as pessoas são ensinadas a odiar, mas podem aprender a amar. Grandes líderes inspiram muitas pessoas, mas, ao analisar a falta de empatia no Brasil, percebe-se que as más atitudes de grandes nomes brasileiros estão causando o efeito oposto, influênciando as pessoas a serem mias egoístas e nascisistas do que empáticas.

Inicialmente, esta perrogativa é evidenciada no sistema penitenciário brasileiro, pois o país detém a terceira maior população carcerária do mundo, apresenta superlotação e mantém um alto nivel de reincidência. Entretanto a frase “bandido bom é bandido morto” foi uma das mais reproduzidas por membros do Governo Federal entre os anos de 2018 à 2022, o que prova a falta de comprometimento do estado com o cumprimento dos direitos humanos e com a vida em sociedade.

Em contrapartida, as situações da Holanda e da Noruega exibem o oposto. Ao investir na qualidade das penitenciárias, propor punições menos severas e desinvolver projetos de reeducação carcerária, esses paises manifestam os melhores índices de reabilitação dos presidiários. São exemplos que mostram como a liderança de uma nação é importante para o desinvolvimento da empatia na sociedade.

Concluindo assim, que é implícito que a liderança do Brasil não busca incentivar as relações de simpatia em nossa sociedade, portanto é necessário que o Governo Federal seja responsabilizado pelas falhas no exercício de seu poder político, e mude a sua gestão, por meio de investimentos dos ministérios da Educação e da Economia nas penitenciárias, priorizando a reabilitação dos prisioneiros, e nas escolas, com a finalidade de ensinar as crianças e adolescentes sobre modelos conscientes e saudáveis de convívio social, em semelhança aos países nordicos e os países baixos.