ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil
Enviada em 31/05/2022
Empatia uma palavra pequena pórem com um peso muito grande, além de serem esquecidas nos vagos pensamentos dos seres humanos, pensamentos como o do filósofo Adam Smith, no qual ele dizia: “A sociedade só progride, quando cada indivíduo busca seus problemas individuais”, pensamentos como o dele apenas afunda a sociedade moderna para reflexões negativas. Ao dizer sobre falta de empatia quer dizer a falta de habilidade em compreender/ajudar o outro para além do que se vê.
Em primeira análise, é válido salientar que com a falta de empatia na sociedade o ódio/rivalidade acaba crescendo e gerando divergências tanto em relações amorosas, de amizade, familiares e outros. Segundo uma análise feita pela UFS ( universidade federal de sergipe) registraram vários tipos de ódios, um dos destaques foi a grande porcentagem de ódio em relação ao gênero, isso mostra como o pensamento da sociedade está tão a baixo da realidade.
Vale avaliar, que a falta de empatia nas relações escolares no cotidiano moderno brasileiro é um ponto à se destacar pois, é na escola que os primeiros anos de vida do ser humano passa por aprendizagens, essa falta de ter uma relação com o outro com respeito, acaba gerando bullying nas escolas, com isso, pessoas egoístas, sem empatia e individualistas no qual é o contrário da palavra empatia. Dados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes mostra que pelo menos 17,5% dos adolecentes entrevistados, comentaram sofre algum tipo de bullying, como a exclusão, serem alvos de piadas, agredidos físicamente e entre outros tipos. Ademais, é imperioso que o ódio, egoísmo e bullying continuem atuando como tal pensamento medíocre de Adam Smith que continua assolando a sociedade atual brasileira.
Em suma, faz-se impresídivel a tomada de medidas necessárias, no qual é dever das escolas acrescentarem reuniões/palestras com os familiares dos alunos para uma conversação sobre essa falta empática nas relações sociais dando ênfase nas escolas. Só assim, a realidade da falta de empatia nas relações sociais no Brasil irá evoluir de uma forma positiva.