ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil

Enviada em 31/05/2022

Como dito no livro “Empatia assertiva” de Kim Scott, “⁠Certifique-se de enxergar cada pessoa em sua equipe com novos olhos todos os dias. As pessoas evoluem e, portanto, seus relacionamentos devem evoluir em conjunto. (…) Não coloque as pessoas em caixas e abandone-as lá dentro.”

Percebe-se que a atual geração esteja repleta de pessoas empáticas.

Há muitos que sabem sentir a dor do mundo e que primam por preencher a nossa atmosfera psíquica com as flores da gentileza e o perfume da gratidão.

Esses seres, embora raramente tenham holofotes sobre si, são os verdadeiramente ricos e poderosos, pois são os seus gestos anônimos, as suas preces silenciosas e seus pensamentos de paz que espalham centelhas de esperança por toda a Terra.

Mas é inegável que muitos ainda não tenham compreendido que as maiores mazelas do mundo se dão pela falta de empatia dos homens.

Por não saber “ser o outro”, o homem furta, rouba, violenta.

O homem achincalha a fé alheia, o sonho alheio.

O homem escraviza o homem.

O homem condena povos inteiros, comunidades inteiras à miséria, roubando-lhes as condições necessárias, de modo que não possam sequer enxergar a própria indignidade.

É a falta da empatia que contamina o mundo com a praga do imediatismo, do consumismo, do uso indiscriminado de recursos naturais.

A falta de empatia faz com que desumanizemos o outro e, com isso, nos tornemos menos humanos, mais egoístas, mais individualistas, mais competitivos e mais insanos.

A empatia é relativa, é algo que “vem do berço” e que pode mudar de acordo com sua vivência de trabalho, escola, entre outros. Por meio do estado em conjunto com a sociedade, devem se aplicar propandas envolvendo a midia para que possam mudar o mundo antipatico que existe hoje