ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil

Enviada em 15/04/2023

A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6°, o direito à respeito, como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prorrogativa não tem se repercutido com ênfase na prática quando se observa a falta de empatia nas relações sociais no Brasil, dificultando deste modo, a generalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em uma primeira observação, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater-se a antipatia. Nesse sentido, o ser humano tem sido cada vez mais extremo nas sua ações e acaba resultando em diversos problemas sociais, sejam pessoais ou profissionais Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como o respeito, o que infelizmente é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar o egoísmo como impulsionador da antipatia no Brasil. Segundo o site Generonumero, o crime origem teve o menor registro no país em 2018 e crimes ligados ao gênero ficaram em 1° com mais casos computados. Diante de tal exposto, os problemas ligados a relações humanas é muito alarmante e em vários quesitos, aonde se tem cade vez mais pessoas não sabendo lidar com adversidades ou até msm não se importando com as do próximo, nisso se tem intolerância em diversas áreas como no trablho, religiosa e até msm ligadas ao sexo. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Conclui-se portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso é imprescindível que o Estado, por intermédio de reuniões com profissionais de releções humanas, criem campanhas voltadas para empatia e o ensinamento nas escolas, na educação do ser humano, a fim de se ter adultos com afinidade com o próximo, aonde terá harmonia em qualquer âmbito social. Assim, se consolidará uma sociedade mais afetiva, onde o estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma Jonh Locke.