ENEM 2021 (Reaplicação e PPL) - Reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil
Enviada em 24/05/2022
Em 1889, o filósofo brasileiro Raimundo de Teixeira adaptou a frase “Ordem e Progresso” à bandeira brasileira, mesmo em uma região que hoje enfrenta muitos obstáculos ao desenvolvimento. Infelizmente, entre estes, o desconhecimento das contribuições científicas dos trabalhadores da saúde no Brasil é um problema de longa data no país. Nessa perspectiva, é preciso discutir a falta de representatividade da mulher na ciência e as atitudes desfavoráveis da própria sociedade para poder mediar bem nesse sentido.
A mais famosa é Anna Nery, uma enfermeira brasileira que desempenhou um papel importante na guerra do Paraguai ao se recusar a cuidar dos feridos em combate. Não há dúvida de que Anna Nery esteve envolvida na colaboração em ciências da saúde com enfermeiros no Brasil. No entanto, fica claro que a história de Neri é marcada pela falta de representatividade, pois não foi reconhecida a posse histórica da mulher nas ciências da república, o que deveria ser objeto de debate escolar, por exemplo, mas não o tema. estar ausente da escola.
Além disso, as mulheres no local de trabalho são muitas vezes contadas em comparação com os homens, por isso são reconhecidas por contribuições seculares, porque é um trabalho feminino. A física polonesa Maria Curie, apesar de seu intelecto extraordinário, ganhou confiança na sombra do marido, mas se firmou na busca do machismo. Assim como os cientistas, na realidade atual, o pensamento social é um assunto restrito onde os homens são valorizados como personalidades aptas e as mulheres são questionadas sobre suas habilidades, o que leva a um sentimento de recompensa pelo seu trabalho. É inaceitável continuar nesta condição.
Além disso, muitas vezes as mulheres são desvalorizadas na profissão em relação aos homens, por isso leva anos para que suas contribuições sejam reconhecidas por se tratar de uma profissão feminina.
Semelhante aos cientistas, na realidade atual há uma mentalidade de sujeito social constrangido em que um homem é supervalorizado como uma figura competente e uma mulher é questionada sobre suas habilidades, o que leva a uma sensação de recompensa.