ENEM 2021 (Reaplicação e PPL) - Reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil

Enviada em 23/05/2022

“Homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações”, diz o artigo 5° da Constituição brasileira. Entretanto, é evidente que essa prerrogativa não é vista em prática na sociedade brasileira, posto que as mulheres ainda são desvalorizadas e discriminadas nas profissões que executam, como, por exemplo, na ciência.

Incentivar as mulheres a fazer ciência é essencial para promover a igualdade e favorecer a diversidade. É por meio da ciência que promovemos o desenvolvimento do nosso país, da nossa realidade.

À priori, é imprescindível a participação da mulher na ciência brasileira, pois influencia positivamente e inspira meninas – ou até mesmo outras mulheres – que possuem como principal objetivo trabalhar na área científica, o que, com o tempo, gera uma representatividade feminina cada vez mais marcante na ciência nacional. Ademais, ajuda a quebrar os estereótipos machistas de que as mulheres não são capazes de exercer cargos importantes de alto prestígio social que anteriormente eram ocupados majoritariamente por homens.

A representatividade pode ajudar na formação da personalidade das pessoas, mas isso vai muito além. Pode gerar, também, autoestima, empoderamento e a confiança em si mesmo.

Em síntese, para aumentar a assiduidade feminina não somente na ciência como também em todo o cenário econômico brasileiro e evitar a falta de representatividade das mulheres, o Ministério da Educação deveria incluir nas escolas palestras motivacionais e estudos mais detalhados sobre vida, contribuições, ações e inovações realizadas pelas mulheres mais importantes da história até os dias atuais, a fim de que as meninas se sintam capazes de serem o que quiserem.