ENEM 2021 (Reaplicação e PPL) - Reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil
Enviada em 23/05/2022
No caso do Brasil, a falta de reconhecimento das contribuições científicas dos trabalhadores de saúde brasileiros é um problema crônico no país. Diante disso, é necessário discutir a falta de representatividade das mulheres cientistas, bem como a mentalidade regressiva da própria sociedade, e observar o reconhecimento da contribuição das mulheres brasileiras no campo das ciências da saúde.
Na primeira análise, destaca-se Anna Nery, pioneira da enfermagem brasileira e figura-chave na guerra do Paraguai. Não há dúvidas de que Anna Nery é uma autoridade no campo da medicina no Brasil, graças à dedicação ao seu trabalho. No entanto, percebe-se que a história de Anna Nery só é ensinada na Escola de Enfermagem por falta de reconhecimento de seu legado histórico no campo científico do país. Também merece destaque a pesquisadora e patologista humana Jaqueline Góes de Jesus, que recentemente foi homenageada com uma boneca Barbie e reconhecida em sua luta contra a Covid 19.
Além disso, um dos desafios que enfrentamos é a falta de financiamento e a fraude baseada na comunidade. Em comparação com os homens, as habilidades das mulheres no trabalho são muitas vezes subestimadas, por isso leva anos para que suas contribuições sejam reconhecidas como trabalho feminino. A cientista polonesa Marie Curie, que, apesar de sua extraordinária inteligência, ficou à sombra do marido para ganhar lealdade, atrasou suas pesquisas pelos resultados do machismo. No entanto, o enfrentamento de questões complexas, como o reconhecimento da mulher nas ciências da saúde no Brasil, exige um investimento significativo e uma promoção governamental das mulheres em qualquer área do conhecimento.
Para tanto, o governo federal e o Ministério da Educação devem, por meio da mídia, mídia e escolas, para desenvolver campanhas para promover as contribuições das mulheres na saúde e na ciência. Tais campanhas devem capacitar as mulheres na ciência, não apenas na saúde como enfermeiras. E também investir na saúde da mulher junto ao ministério público federal.