ENEM 2021 (Reaplicação e PPL) - Reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil
Enviada em 17/05/2022
Em um dos episódios da série americana “Grey´s Anatomy”, a chefe de cirurgia Miranda Bailey, é surpreendida por um paciência no qual recusa ser atendido por ela, pois além de ser negra, é mulher, a impedindo de realizar seu trabalho. Fora do fictício, em pleno século XXI, as mulheres brasileiras sofrem com esse preconceito enraizado desde a idade média, em que muitos nomes ligados a ciência, por exemplo, são do sexo oposto.
Vale salientar, que esse preconceito de reconhecimento é advindo de raízes históricas ligadas ao machismo do sexo masculino e pelo ínfimo incentivo midiático. Torna-se assim de essencial importância meios de amenizar essa problemática, deste modo, podendo inserir a mulher cada vez mais no contexto da área da saúde para que não aconteça ao mesmo apresentado na série americana.
Em primeira análise, a falta de reconhecimento da contribuição feminina está relacionada a raízes históricas ligadas ao machismo, em que a mulher não poderia ter representatividade diante a ciência, pois seu trabalho era ser dona de casa e cuidar dos filhos. Em segunda análise, essa problemática está ligada também ao ínfimo incentivo midiático, no qual em suas ilustrações de representação são apresentados nomes do sexo masculino, deixando de lado grandes nomes femininos importantes e de intensa influência para a área da saúde, como a médica Nise da Silveira, que desenvolveu tratamentos humanizados para pacientes portadores de transtornos mentais, ajudando a escrever e revolucionar a história da psiquiatria no Brasil e no mundo.
Seguindo esse preceito, portanto, urge meios para amenizar esse problema, os meios midiático (internet, televisões, rádios) como principal forma de propagar informação, devem ter o maior controle de suas publicações e que por meio delas tragam a representativa feminina na ciência, para que cada vez mais as mulheres ganhem espaço diante da área da saúde. Ademais, a família e as escolas, como bases primárias para o conhecimento, devem por meio de conversas e palestras desconstruírem esse preconceito antigo, para que deste modo essa problemática torne-se cada vez mais escassa.