ENEM 2021 (Reaplicação e PPL) - Reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil
Enviada em 24/05/2022
A invisibilidade das mulheres é um desafio diário, especialmente em áreas como a ciência da saúde, onde sua carreira depende de ser reconhecida por suas contribuições intelectuais ao seu campo. Durante muito tempo, a presença feminina foi rechaçada em ambientes que pregam e pratica da ciências. Isso, entretanto, não impediu que muitas mulheres lutassem contra essas crenças e garantissem seus lugares dentro desse âmbito.
Desde os tempos mais remotos, diversas mulheres, pesquisadoras e inventoras, da área surgiram e se destacaram, como a médica Nise da Silveira que se formou na Bahia, e fez carreira com destaque internacional no Rio de Janeiro ao desenvolver tratamentos humanizados para pacientes portadores de transtornos mentais. Atualmente, as mulheres são a principal força de trabalho da saúde, representando 65% dos mais de seis milhões de profissionais ocupados no setor público e privado.
Na Universidade de São Paulo, a presença feminina nos cursos de graduação de ciências ainda é menor do que a masculina, porém ouve um aumentou nos últimos anos. Em 2000, eram três homens para cada mulher. Em 2019, eram dois para cada aluna. Durante a pandemia duas mulheres, Izabella de Macedo Henrique e Roxane Piazza, passaram avançando em pesquisas para ajudar quem sofre de uma síndrome que leva à falência dos rins e assim colocando em destaque trabalhos que tiveram papel fundamental.
Logo, é evidente que a participação da mulher na saúde é de extrema importância, dessa forma é necessário um maior incentivo por parte de órgãos governamentais, que diante disso devem criar projetos, feiras e conferências para valorizar análises e descobertas feitas por mulheres. Além de investimentos em pesquisas realizadas pelas mulheres. Também é importante o incentivo de crianças e adolescentes a partir de seminários e exposições sobre a área.