ENEM 2021 (Reaplicação e PPL) - Reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil
Enviada em 15/07/2023
Preconceito, dupla jornada de trabalho e salários desiguais, diversas são as dificuldades enfrentadas pelas mulheres na educação do Brasil e devem ser combatidas. Diante disso, é evidente que o machismo na ciência e a desigualdade no acesso às universidades colaboram com o problema.
Faz-se mister salientar que o preconceito contra mulheres na ciência dificulta o reconhecimento feminino nessa área. Assim como, Marie Curie, ganhadora do prêmio Nobel de química, sofreu muito preconceito por ser uma mulher na ciência, tendo que mudar de país para estudar. Dessa forma, fica claro que a estrutura patriarcal e arcaica que está presente na sociedade atual é um dos problemas que dificultam a inserção das mulheres em diversos setores. Isso ocorre pois, as mulheres foram vistas por muito tempo como “empregadas domésticas” e sofreram resistência dos homens quando começaram a entrar no mercado de trabalho e que ocasionou muito preconceito.
Além disso, a dificuldade no acesso às universidades agravam a problemática. Conforme Nelson Mandela, ativista dos direitos humanos, “a educação é a arma mais poderosa que você pode utilizar para mudar o mundo”. Esse problema é causado, pois, além de sofrerem com salários mais baixos, são influenciadas a não se especializarem para o mercado de trabalho e sim a cuidar da casa e dos filhos, sendo marginalizadas e vítimas de uma sociedade machista e com preconceitos.
Diante dos fatos apresentados, pode-se concluir que o machismo na ciência e a desigualdade no acesso às universidades colaboram com o problema. Então, o Governo Federal junto ao Ministério da Educação devem criar cotas para mulheres em universidades federais, por meio de projetos de lei que visem a inclusão dessa parcela da sociedade e com o objetivo de diminuir a desigualdade de gênero na ciência brasileira. Enfim, o país poderia superar o problema e casos como de Marie Curie ficarão apenas no passado.