ENEM 2022 - Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil

Enviada em 16/11/2022

Desvalorização. Destruição. Regresso. Morte. Décadas se passam e a não valorização de comunidades e povos tradicionais continuam constantes no Brasil. Dentre diversos fatores destacam-se o grande número de queimadas e a intensa criação de gado, as quais merecem uma análise aprofundada a fim de resolver essa problemática.

No antigo Egito acreditava-se que o homem deveria viver de forma harmônica com a natureza para sempre. No entanto, segundo o G1, o ano de 2020 foi o período em que a floresta amazônica sofreu com mais intensidade queimadas ilegais, produzidas por madeireiros, fazendeiros e garimpeiros, ou seja, a elite brasileira. Portanto, diversas comunidades tradicionais possuem suas vidas alteradas devido à expulsão de suas terras e a mudança da biodiversidade local.

É possível afirmar que o Brasil é o maior produtor de proteína anima do mundo. Ademais, segundo o livro “como evitar um desastre climático”, de Bill Gates, 16% dos gases efeito estufa na atmosfera são derivados de plantações e criação de gado, na qual tais plantios são destinados aos animais por meio de ração. Logo, a temperatura regional e o regime de chuvas são modificados, afetando diretamente no cotidiano dos povos originários que possuem um plantio familiar consciente.

A partir dos fatos mencionados é mister que o governo reinstitua o ministério dos povos originários e em parceria com o ministério da educação promova palestras nas instituições de ensino, a fim de alertar a importância da preservação das comunidades originárias. Além disso, é necessário que a população cobre medidas mais eficazes na fiscalização de queimadas em terras de posse de tais povos. Quem sabe assim o Brasil se torne a verdadeira mãe gentil dos filhos desse solo.