ENEM 2022 - Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil
Enviada em 02/06/2024
Como afirma Bentinho, um sociólogo e ativista dos direitos humanos, um país não muda pela sua economia, sua política e nem ciência, muda sim pela sua cultura. Segundo ele, a cultura é a alma de uma nação. No Brasil, povos Indígenas, Quilombolas, Ciganos, Ribeirinhos e muitos outros promovem a beleza e a diversidade cultural do país. Portanto, reconhecer e valorizar esses povos, além de garantir sua segurança, é essencial para promover a inclusão e a equidade social.
De acordo com Bob Marley, um cantor e compositor jamaicano, “um povo sem saliência do seu passado histórico, origem e cultura é como uma árvore sem raízes”. Por isso é essencial valorizar os povos tradicionais brasileiros. Segundo Marley, ao reconhecermos e valorizarmos esses povos, estamos enriquecendo nosso país, uma vez que eles são nossos tesouros culturais. Por exemplo, a Festa do Divino dos Quilombolas e os saberes sobre plantas medicinais dos Indígenas são tesouros culturais que devem ser preservados e valorizados.
Segundo Frederich Hegel, um filósofo alemão do século XIX, articulou a ideia de que o Estado desempenha um papel paterno em relação a nação, ou seja, é seu dever cuidar e proteger da nação. Quando nos referimos a esses povos, essa proteção se torna ainda mais essencial, isso porque, eles são mais vulneráveis pela sua pequena quantidade em relação à população, além de serem ameaçados constantemente. Por exemplo, Indígenas, Quilombolas e Ribeirinhos historica_ mente ocupam territórios ameaçados pelo setor agropecuário, pelo garimpo e pelo desmatamento, portanto, é extremamente necessário que o estado promova sua segurança.
Desse modo, fica evidente a necessidade de mudança da sociedade para com esses povos, com conscientizações midiáticas e em escolas, abordando a importância de combater o preconceito e incentivar a valorização desses povos. Além disso, é crucial que o Estado promova fiscalizações mais rígidas para garantir a segurança desses povos, uma vez que políticas são feitas, mas não executadas. Portanto, promover conhecimento da população sobre esses povos, além de realizar fiscalizações mais rígidas para impedir que seus territórios sejam invadi_ dos, é crucial para promover a inclusão e a segurança deles.