ENEM 2023 - Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher no Brasil

Enviada em 06/11/2023

No século XVI, a escravidão de mulheres negras para o cuidado doméstico era comum. Nesse sentido, tal panorama promoveu revoluções para o combate dessa prática na atualidade. Em contrapartida, nota-se que essa realidade ainda sofre desafios como a falta de valorização dos serviços femininos. Desse modo, torna-se premente analisar os principais impactos dessa problemática: os efeitos no desenvolvimento brasileiro com a desvalorização do trabalho feminino e a desigualdade de gênero nos locais públicos.

A princípio, as mulheres brasileiras sofrem diversos desafios no país. Assim, problemas como baixos salários, cargos de empregos menos valorizados e invisibilidade social, são comuns na sociedade. Além disso, segundo o G1 (portal de notícias da rede Globo), mais de trinta porcento das mulheres brasileiras sofrem com a desigualdade profissional, entre elas as que cuidam domesticamente de crianças, adolescentes e idosos. Com isso, consequências como caimento da economia, falta de profissionais e resultados sociais negativos são comuns no Brasil.

Ademais, as consequências geradas pela desigualdade entre homens e mulheres são impactantes. Dessa maneira, conforme o Ministério de Trabalho, em média quarenta porcento das mulheres brasileiras sofreram preconceito, discriminação e afastamento social nas empresas em 2020.

Diante do exposto, é necessário que os segmentos sociais hajam em prol a valorização do trabalho de cuidado por mulheres. Portanto, o Ministério de Trabalho, com o Ministério de Educação, precisam montar campanhas de novos empregos, fazer apresentações para a sociedade, mostrando novas políticas públicas para o reconhecimento dessas profissionais para a nação. Logo, disseminar estrategicamente essas campanhas nas escolas que é o maior meio pacificamente para ter contato direto com a sociedade. Assim, como disse Nelson Mandela, “a educação é a maior arma para mudar o mundo”.