ENEM 2024 - Desafios para a valorização da herança africana no Brasil
Enviada em 04/11/2024
Djamila Ribeiro afirma que o primeiro passo para solucionar uma questão é tirá-la da invisibilidade. Diante disso, a crítica da autora é confirma na pouca visibilidade que a herança africana tem na realidade brasileira, que é pouco reconhecida e valorizada. Com base nisso, é fato que esse problema emerge da negligência governamental e desinformação.
Em primeira análise, o descaso do governo mostra-se como um dos impasses a resolução do problema que não fornece estudo abrangente sobre a relação da africa com o Brasil. Com base nisso, Aristóteles afirma que o papel da política é preservar o afeto entre as pessoas de uma sociedade, contrariamente pessoas adeptas a costumes da herança africana, como as religiões por exemplo o candomblé, não encontram um ambiente afetuoso ao expressarem sua fé, sendo vitimas de crimes de ódio devido a intolerância. Haja vista que, esse preconceito deriva da falta de informação, que não é fornecida em escolas nas aulas de história.
Ademais, o estudo raso e estereotipado do continente africano ainda são presentes no âmbito social, que por causa disso reduz a africa a fome e miséria. A partir desse viés, é relevante citar que segundo o IPSOS Moris o Brasil é um dos países mais alienados do mundo. Como consequência dessa alienação, o povo brasileiro não pode valorizar a herança africana, uma vez que não se tem conhecimento sobre ela.
Portanto, esse entraves precisam ser solucionados. Para isso, o Ministério da Educação, responsável pela política de ensino no país, juntamente ao Ministério da Cultura, deve produzir palestras em escolas a serem webconferenciadas nas redes sociais desses órgãos, através de entrevistas com professores de história e historiadores, a fim de informar os jovens sobre essa pauta. Talvez assim, o brasil se tornará um país que não invisibiliza temas importantes, seguindo o primeiro passo da crítica de Djamila Ribeiro.