ENEM 2024 - Desafios para a valorização da herança africana no Brasil
Enviada em 05/11/2024
O art.5º da Constituição Federal de 1988 dita que todos somos iguais perante a lei, independente de qualquer natureza. Contudo, hodiernamente, é notorio perceber uma imensa dificuldade em valorizar a herança africana no Brasil, diferentemente das demais outras que habitam no país. Logo, as maiores situações que permitem a progressão desse assunto são a omissão estatal é invisibilidade social.
Primordialmente, vale ressaltar da importância do estado em garantir uma melhor estrutura educacional nas escolas. Segundo Zygmunt Bauman, quando uma instituição não realiza as devidas ações que lhe foram designadas ela se torna uma “Instituição Zumbi”. Analogo ao pensamento do sociólogo, justamente, pelo Estado brasileiro não proporcionar a devida valorização da história africana nas escolas, ele se caracteriza como “Estado Zumbi”. Além disso, também pode-se dizer que sem o auxílio do Estado para ser á referencia para a população, a luta afrodescendente sem mérito para a sociedade brasileira.
Ademais, é importante comentar da falta de visibilidade sobre o tema em questão. De acordo com Djamila Ribeiro, o primeiro passo para reverter qualquer barreira é tira-la da invissibilidade. Com isso, ligando ao pensamento da ativista, é de extrema relevância que a paúta africana seja visibilizada para todas as regiões da nação. Dessa maneira, a população ja conscientizada de suas heranças iram dar o reconhecimento para a batalha dessa população.
Portanto, é de extrema urgência que medidas sejam tomadas para que as heranças africanas sejam valorizadas.Por isso, deve o Governo, maior órgão de caráter social, junto com o Ministério da Educação,direcionar investimentos para reformulação das máterias escolares, proporcionando aos estudantes a história dos africanos no Brasil.Como também, é dever da mídia, dar o reconhecimento aos feitos é origens desse povo.Dessa forma, a história africana será devidamente reconhecida, e também, a sociedade brasileira finalmente seguirá o que foi originalmente proposto no art.5º da Constituição.