ENEM 2024 (Reaplicação e PPL) - Desafios para a valorização da arte de periferia no cenário cultural brasileiro

Enviada em 16/03/2025

A Constituição Federal de 1988 — norma de maior hierarquia jurídica brasileira — garante, em seu artigo 6°, o direito a segurança perante a desvalorização da arte de periferia. Não obstante, a Carta Magna é desrespeitada, haja vista que há desafios para a valorização da arte de periferia no cenário cultural brasileiro. Isso ocorre, devido à negligência do Estado e à desinformação da população.

Diante do exposto, a negligência do governo corrobora para o aumento da desvalorização da arte periférica. Sob tal ótica, esse cenário calamitoso é contra os ideais do filósofo Jonh Locke, o qual afirma, em sua obra " Contrato Social " que, o Estado deve garantir a segurança perante ao preconceito e desvalorização da arte de periferia. Contudo, não é efetivado, uma vez que o Estado não investe na valorização de tal arte. — como investir na públicidade da arte periférica, influenciar tal manifestação, investir em educação para explicar a função de tal arte. Desse modo, a negligência estatal agrava na desvalorização da arte de periferia na cultura brasileira.

Outrossim, a desinformação da população acarreta no aumento da desvalorização e preconceito da arte periférica. Com basse nisso, prova cabal é, de acordo com a plataforma de notícias G1, mais de 60% da população não considera ou marginaliza a representação artistica. Sob tal viés, esse cenário caótico é contra os ideais do cientista Francis Bacon, o qual afirma que, em sua obra " Saber é Poder " a população, ao marginalizar ou desconsiderar a arte de periferia, perde o " poder " de valorizar e intensificar a arte periférica por meio da ação populacional de investir na arte — como publicar nas mídias socias, apresentar nos programas televisivos —. Dessarte, a falta de ação e informação da população agrava na desvalorização da arte periférica.

Portanto, diante da negligência do Estado e da desinformação da populção, nota-se por que há a desvalorização da arte periférica. Logo, o Estado deve criar campanhas informativas contratando atores e influenciadores, a fim de aumentar a consciência cidadã na arte periférica, gerando uma sociedade mais consciente evitando o preconceito e marginalização de tal forma de manifestação artistica. Deste modo, a Constituição Cidadã será respeitada.