ENEM Digital 2020 - O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil

Enviada em 12/03/2021

Segundo a ONU, o Brasil está classificado entre os 10 países mais desiguais do mundo, no que diz respeito às questões socioeconômicas, revelando um país deficiente. O país revela as pessoas, regiões super desenvolvidas, como o Sul e Sudeste, e ao mesmo tempo regiões com pouco desenvolvimento, como é visto no Norte e Nordeste. Esta problemática acarreta desigualdades no país que está ligada a má distribuição de renda e falta de acesso aos serviços básicos da população mais precária.

Primeiramente, deve ser ressaltado que segundo os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que as regiões Norte e Nordeste têm a menor renda per capita no Brasil. Desse modo, é possível ver que os nordestinos e nortistas são os mais afetados com a desigualdade, principalmente economicamente.

Além disso, as pessoas de baixa renda têm difícil acesso aos serviços básicos. Isso é mostrado nos dados disponibilizados pelo IBGE sobre o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que o Sudeste tem o maior IDH, diferente do Nordeste que possui o menor. Nesse sentido, as regiões de menor IDH representam a parte da população que tem a menor taxa de renda, saúde e educação, além da vida precária com a falta de energia, água e saneamento básico. Isso mostra que uma grande parcela da população não tem acesso aos seus direitos que foram concedidos pela Constituição Federal de 1988 no artigo 6°.

Portanto, é necessário que medidas sejam tomadas urgentemente. Para isso, o Governo federal, que é responsável pelas políticas administrativas, deve promover o crescimento econômico e melhorias na educação e saúde do povo da região do Norte e Nordeste, por meio de incentivos fiscais às empresas. Logo, a desigualdade social diminuirá e quando a nova classificação da ONU for publicada, o Brasil não estará no ranking de países mais desiguais do mundo.