ENEM Digital 2020 - O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil
Enviada em 11/04/2021
Não existe uma nação brasileira,mas sim diversos “brasis” que compôem,juntos,o todo nacional.Essa multiplicidade,reflete-se na riqueza cultural do país,entretanto,em uma perspectiva mais qualitativa dos aspectos sócio-econõmicos,percebem-se disparidades significativas entre as regiões do Brasil.Assim,é prepoderante um olhar mais aprofundado nas principais questões relacionadas a essas diferençãs,e aos desafios vinculados à mitigação dessas desigualdades.
Nesse contexto,os indicadores sociais,econômicos e de infraestrurura ressaltam os principais pontos em que as regiões brasileiras se destinguem umas das outras,e ao mesmo tempo,os setores nos quais devem ser direcionados os investimentos para aplacar tais diferenças.Assim,ao tomar-se como exemplo a comparação da renda per capita entre as àreas:nordeste,sul e sudeste,segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE),constata-se que a diferença de rendimento anual,entre as duas ultimas e a primeira,supera os cinco mil dólares por indvidíduo.Tal fato,configura-se como um reflexo direto no direcionamento de políticas publicas de densevolvimento,que priorizam àreas de maior interesse relevância econômica,em âmbito nacional,em detrimentos das regiões perifericas e menos desenvolvidas.
Por outro lado,a mitigação dessas desigualdades regionais perfazem um caminho viável,que por sua vez encerra desafios a serem superados para sua efetual concretização.Nesse sentido,um dos maiores empecilhos à equidade dos territórios nacionais reside na concretização de uma planilha de desenvolvimento nacional,que consiga por todos os Estados em igualdade de condições para atuarem no mercado nacional e internacional de forma comunicativa e integrada,a fim de se estabelecer uma rede comercial interdependente para o densenvolvimento econômico,social e político do país.Assim,a questão maior está no direcionamento efetivo de políticas públicas de desenvolvimento para as regiões realmente defasadas,e nao o fornecimento de recursos para áreas desenvolvidas,que irão somente aumentar o abismo preexistente entre unidades federativas brasileiras.
Portanto,tendo em visto os indicadores sociais,ecônomicos e infraestruturais como parâmetros para as diferenças entre as àreas do Brasil,esses devem servir como “Hotspot” para o direcionamento elaborado de políticas públicas de desenvolvimento.Assim,o Gorverno Federal,deve-se usar desses indicadores para realização de programas de subsídio econômico em multilateridade,em que o destino do recurso não seria o estado,mas sim as microregiôes ao entorno desse,que ao receberem as comitivas de estudo e planejamento federais,teriam elencados os principais pontos a serem sanados.Para que assim,as diferenças das regiões sejam apenas culturais,e não econômicas.