ENEM Digital 2020 - O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil
Enviada em 13/08/2021
No ano de 2020 foi marcado por muitas tragédias, uma delas foram o apagão ao norte do país, na qual deixou milhares de brasileiros em situações degradante em vários dias. Este cenário é um dos reflexos da desigualdade já existente nas regiões do Brasil demarca a fragilidade em que é encontrado os direitos constitucionais de parte da população, esse panorama continua sendo mantido por inação do estado e é fruto de contexto histórico e acarreta reveses para toda a sociedade. Com esse modo é totalmente vital à análise de uma conjuntura para tornar menos intenso.
Convém salientar, do início, que a disparidade regional no país que advem de uma herança histórica e é necessitada ser desconstruída, neste âmbito o período Colonial houve mundanças de eixo econômico para o Sudeste e, consequentemente, para o Norte e Nordeste que ficaram subalternos às decisões do seu estado. Percebe-se na atualidade uma triste perpetuação desse quadro, tendo em vista que ainda não tem concetração de serviços no Centro-sul, onde é visto os melhores níveis de índices nas esferas empregatícias e sociais em detrimento dos demais eixos, aonde expõe o progresso descontínuo nas regiões Brasileiras. Este fenômeno se mantém porque não há nehuma competividade econômica entres essas regiões e reflete urgência estatal privada para a dissolução da discrepância nacional.
Ademais, vale ressaltar os efeitos da desigualdade regional para os cidadãos, já que diversos direitos são impactados. O quadro se confirma na diferença do acesso à educação entre mesorregiões brasileiras, onde indica o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Este fenômeno se concentra pela quantidade massiva de polos universitários e tecnológicos no Sudeste e com uma constante presença nas demais áreas. Enquanto, as mãos de obras das regiões ficam díspares e a busca por melhores condições ou oportunidades de vida acabam sendo dificultadas. Nesta forma é praticamente nocivo que o tal assunto, uma vez que não é garantido a equidade prevista na constituição federal para todos os brasileiros.
Para amenizar as discrepâncias regionais e efetivar a Carta Magna do Brasil é vital que o estado realize um amplo estudo no país por meio do IBGE, com pesquisas domiciliares e compilações de dados virtuais com uma finalidade de evidenciar as regiões que necessitam de maior repasse federal, e assim possibilitar um grande mapeamento assertivo das políticas públicas. Não só isso, é crucial também que o governo dê isenções fiscais às empresas que se instalarem nas regiões do Norte e Nordeste, o que permitiria maior oferta de empregos para cada pessoa, e nessa maneira, o Brasil irá divergir da sua herança colonial.