ENEM Digital 2020 - O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil

Enviada em 19/08/2021

Aristóteles - um pensador do século 4 aC - desenvolveu a teoria do comportamento e eficácia. Para ele, tudo tem essas duas características, uma está relacionada com o que é e a outra com o que pode se tornar. Nesse caso, é um momento oportuno para analisar o Brasil, que, de fato, possui imensos territórios e diversidade cultural, e tem potencial para se tornar um dos maiores centros turísticos do planeta. Porém, existe um fator que dificulta a realização desse poder: a desigualdade de serviços prestados entre as diferentes regiões do Brasil. Na verdade, é preciso repensar o papel do Estado e das redes sociais neste momento.

Nesse caso, deve-se verificar que a ineficiência nacional é um entrave para a redução da desigualdade no Brasil. Nesse sentido, segundo o iluminacionista Jacques Rousseau, os indivíduos acreditam que suas necessidades estão no Estado e, por sua vez, este deve ou deve cumprir suas atribuições, como a manutenção dos direitos previstos na Constituição Federal de 1988. , Power O público brasileiro pode incentivar a infraestrutura e o turismo em pontos estratégicos de cada região. Essa atitude também desenvolverá entornos para regiões selecionadas, mas ainda inerte e incapaz de cumprir o idealizado “contrato social” de Rousseau. Portanto, é urgente tomar medidas para superar essa situação.

Além disso, é importante agregar ao debate o papel da mídia por meio do conceito de “sociedade espetacular” de Guy Debord. Segundo o autor, “a paisagem é capital e, neste grau de acumulação, torna-se imagem”. Mantenha os relacionamentos necessários para trabalhar em um mundo desiludido. Nessa lógica, a mídia pode estar atrelada a essa questão, pois historicamente tem sido um importante promotor de inclusão social. No entanto, as ambições do público não conseguiram refletir a autenticidade das diferenças que existem no Brasil, com coisas triviais. público, portanto, a atitude desses atores sociais sofreu uma mudança substancial.

Portanto, é necessária uma atitude governamental mais rígida. Ou seja, o governo federal, como instância administrativa máxima, deve ampliar os serviços prestados nas diferentes regiões do Brasil. Por exemplo, essa atitude pode ser gerada por meio de subsídios, com o objetivo de reduzir a desigualdade e, em última instância, estabelecer o poder do Estado.