ENEM Digital 2020 - O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil
Enviada em 17/11/2021
Desde a formação do território brasileiro, o literal teve suma importância no comércio marítimo e com o ciclo do açúcar, o Nordeste e sua economia cresceram junto da sua capacidade de desenvolvimento vital. No entanto, quando se observa as desigualdades entre as regiões do Brasil, nota-se que o crescimento não se deu de modo homogêneo. Certamente, o não planejamento urbano junto do acelerado desenvolvimento brasileiro são entraves que contribuem para essa problemática.
Precipuamente, em 1500 com a chegada dos portugueses, a terra tupiniquim sofreu grande exploração, em especial no Nordeste, que em conjunto possibilitou em grande surto econômico, contudo, passageiro. Ademais, com a eclosão da revolução industrial, o foco das nações passaram a ser as máquinas e as fábricas, as quais de modo nunca visto antes, deu um novo rumo as produções e comercializações em todas as áreas. Nessa visão, o surgimento da indústria acentuou-se, no Brasil, na região Sudeste retêm até os dias atuais a maior participação nos serviços econômicos. Além disso, a globalização acentuou as translações de riquezas dentro das áreas mais desenvolvidas tecnologicamente, provocando hegemonia local.
Outrossim, com a prevalência de regiões sobres outras, logo a crise local intensificou, cidadãos em busca de melhores condições de vida tinha como única opção deixar sua residência e migrar, como a construção de Brasília e o deslocamento Nordestino. Além do mais, o acelerado crescimento urbano resultou em um planejamento ineficiente agravando os problemas sociais brasileiros, por exemplo, a gentrificação (mudança do perfil social, elevando o custo dos serviços naquele espaço) que intensifica ainda mais o processo de desigualdade entre os moradores. Fica evidente, nessa perspectiva, a carência de atenção pública.
Em suma, é inegável que medidas são necessárias para amenizar esse problema. Portanto, o governo deve criar um projeto que vise diminuir as disparidades entre regiões, por meio de uma lei de distribuição de verbos com o intuito de criar mais serviços e empregos para que haja mais oportunidades de empregos e assim elevar a circulação de renda local e, assim, aumentar a qualidade vital per capita, contribuindo no regional. Dessa maneira, amenizar a concentração de renda observada ao longo da formação do território brasileiro.