ENEM Digital 2020 - O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil

Enviada em 25/09/2022

Velho Chico, uma novela brasileira, assim como muitas outras demonstram claramente o nordeste como uma região pobre, de pessoas analfabetas, sujas, vivendo em pobreza quase absoluta. Enquanto novelas que se passam em cidades grandes, ou demonstram esse núcleo, revelam um outro mundo, a qual cria um grande abismo entre uma região e outra no Brasil, demonstrando a desigualdade a qual tantas vezes se percebe erronia.

De tal modo ainda se tem uma visão a qual se mostra desde inicio da colonização do Brasil, um desenvolvimento geográfico e histórico desigual, em que as áreas litorâneas foram mais povoadas e mais tarde sofrem uma industrialização acelerada tendo assim uma grande concentração de riquezas. A qual se torna uma das razões para que habitantes de outras áreas menos desenvolvidas, migram para essas grandes metrópoles em busca de melhores condições financeiras e oportunidades de emprego, e mais uma vez se tem uma ideia errônea sobre essa busca de mais oportunidades, a qual nem sempre esta liga a pobreza como a mídia veem colocando como imagem nessas áreas. Como citado por Magdala Domingues Costa sobre tal imagem “Suas roupas maltrapilhas, sujas e suarentas, sugerem que os nordestinos daquelas paragens sejam horrorosos e quase asquerosos. Em pleno século XXI usam telefone celular[…] e existem vários computadores. Entretanto as empregadas domésticas da fazenda parecem escravas alforriadas, à beira de fogões a lenha e coadores de café pré-históricos.[…]’’

Concluindo assim que a desigualdade socioeconômica, se mostra não apenas por problema da economia, mais cultural que afastam as pessoas de uma ideia além sobre regiões consideradas menos desenvolvidas, aumentando uma lacuna já grande do Brasil. Logo o próprio governo deve oferecer programas que mostrem como o Brasil se modernizou junto, algumas áreas mais lentas que outras. Assim com a melhora de oportunidades da economia e visão cultural pode aumentar tornando a equiparação salarial a mesma nas cinco partes do Brasil.