ENEM PPL 2010 - Ajuda Humanitária
Enviada em 13/11/2022
O trabalho voluntário, ainda que não seja uma realidade para todos os brasileiros, seja por falta de informação, ou por falta de vontade, não é um tema atual. desde os primeiros desastres naturais ocorridos em cidades habitadas por seres humanos, muitas pessoas se disponibilizaram a fazer trabalho voluntario e ajudar os necessitados. a ajuda humanitária é uma ação que todos deveriam realizar.
Além de amparar o próximo, os bens trazidos para si são incontáveis.
Muitas pessoas tem vontade de realizar trabalhos voluntários, mas não os fazem porque não sabem aonde ir, como vão chegar e se vão precisar gastar o próprio dinheiro. por causa disso, muitos indivíduos desistem da ajuda humanitária, ou optam por realizar ações em lugares mais próximos, como visita a asilos.
Entretanto, segundo o ibge, a quantidade de brasileiros que realizam esse tipo de trabalho, é apenas 5% da população. sendo assim, é notável que medidas devem ser criadas para aumentar esse índice.
Um método já usado no brasil para aumentar a ajuda humanitária, é o trabalho comunitário como forma de pena. em alguns casos o juiz determina que o criminoso deve dedicar algumas horas da semana a favor da comunidade através do trabalho. dessa forma, além de contribuir para a sociedade, o indivíduo não precisa ficar em prisões. no entanto, muitos juízes resistem na aplicação de penas alternativas como essas, o que faz com que 20% das pessoas que poderiam estar nas ruas prestando serviços comunitários, estão encarceradas, segundo a pesquisa da folha de São Paulo.
Portanto, medidas são necessárias para combater esse impasse. É imprescindível que a mídia divulgue, por meio de comerciais, novelas e programas, informações sobre como e onde realizar trabalhos voluntários, sobretudo exibindo quais as vantagens da ajuda humanitária. Dessa forma, muitas pessoas vão se interessar em realizar a ajuda. É necessário também, que no exame da oab, tenha questões sobre penas alternativas, mostrando para os futuros juízes que, em alguns casos, há maneiras mais eficazes de condenação, que além de ajudar a comunidade, vai diminuir a superlotação nas cadeias.