ENEM PPL 2013 - Cooperativismo como alternativa social
Enviada em 23/03/2021
No fimle “Wall-e” é retratado um planeta tomado pelo lixo e os moradores desse ambiente vivem em uma grande nave, por sorte, há um pequenho robô que idade no meio promovendo a coleta seletiva dos dejetos. Fora da ficção, de maneira análoga ao robô, o cooperativismo surge como agente fundamental para a plena mudança social e econômica. Entretanto, no mundo atual, esse pensamento acaba configurando-se utópico na medida em que a humanidade a cada dia fica mais individualista, não só como também o baixo incentivo pelos gestores dificulta esse cenário. Dado esse contexto, é importante analisar os desdobramentos desse quadro.
Em primeiro momento, é necessário salientar que o cooperativismo age em uma sociedade. Conforme defendem os geólogos, o período atual é demominado “Antropocentro”, isto é, pensamento filosófico que a ação humana tem alterado o fluxo natural do planeta. Como exemplo, em 2015 nações fizeram o acordo de París para desacelerar as emissões de gases tóxico na atmosfera. Dessa forma, emergi o cooperativismo como alternativa social para a promoção da sustentabilidade, com grande parcialidade na utilização de trasnportes públicos, práticas de reciclagem e destinação correta do lixo. Nesse contexto, é factível afirmar que o individualísmo afeta não só as questões sociais, como também a saúde do planeta.
Em segunda análise, no Brasil, é existente uma falta de incentivo ao fomento de empresas cooperativistas. Conforme ao filósofo Zygmunt Bauman em seu conceito de instituição zumbi, que em sua ótica afirma que orgãos institucionais do Estado por obrigação podem intervir para a promoção de um bem maior mas vivem em estado de inércia, de maneira semelhante, gestões nacionais com as elevadas taxas de impostos acabam afetadando diretamente o pequeno e médio empresário ao querer criar sua cooperativa para o crescimento orgânico e sustentável de sua população. Nesse sentido, afetando tanto à economia social, como o aumento na qualidade de vida das pessoas. Corroborando, assim, em uma visão utópica no país.
Portanto, com o fito de extipar o antropocentrismo e propor o cenário idealizado, urge que o Ministério da Educação e Cultura o (MEC) propor para as universidades e escolas uma matéria isolada denominada de cooperativismo e efeitos sociais, com o propósito de engajar os alunos, para não ficar apenas no universo da esducação, o (MEC) em suas redes sociais promover “Live” semenalmente com referências no assunto, ainda mais, os deputados devem propor uma redução nos impostos cobrados para empresas no ramo cooperativista, sendo feito por um projeto de lei. Nesse cenário, no mundo real, quem sabe os seres humanos assumam o papel do robô sustentável e cooperativo.