ENEM PPL 2013 - Cooperativismo como alternativa social

Enviada em 16/11/2021

A afirmação “O mais escandaloso dos escândalos é que nos habituamos a eles”, atribuída à filósofa Simone de Beauvoir, retrata a inércia da população frente aos problemas do cotidiano. Para além da afirmação, observa-se uma estagnação da sociedade referente às problemáticas encontradas no cooperativismo que é uma alternativa social. Nesse viés, tornar-se crucial analisar as causas desse revés, dentre as quais se destacam a negligência governametal e a corrupção.

Em primeiro lugar, é preciso destacar que a inatividade do Estado potencializa a adversidade da negligência. Esse contexto de inoperância dos setores de poder exemplifica a teoria do filósofo Jonh Locke, que descreve a incompetência do governo como violação do contrato social. Sob essa ótica, devido a baixa atuação das autoridades, surge a negligência com as cooperativas, não ajudar com menos impostos faz com que elas decretem falência, como é visto na revista Istoé. Nessa perspectiva, faz-se necessário de intervenção estatal para resolver o infortúnio.

Além disso, é igualmente preciso apontar a corrupção no interior das cooperativas como outro fator que contribui para o fracasso deas. Posto isso, de acordo com a revista Economista, cerca de 23,1% decretam falência por conta de pessoas que têm  desvio de conduta com as finanças. Dianta de tal exposto, os recursos são desviados e não são alocados  em novas tecnologias e pessoas mais compententes e idôneas, o que gera uma grave crise. Logo, é inadimissível que esse cenário continue a perdurar.

Portanto, é necessário que o Estado tome providências para amenizar o quadro. Para o cooperativismo como alternativa social, urge que o Ministério do trabalho crie programas, como abolir impostos para as novas empreeitadas e propagandas para informar sobre o malefício da corrupção, por meio de investimento privado. Somente assim, as cooperativas irão obter sucesso, ademais, as propagandas devem ser difundidas em horário nobre, para atingir o maior número de pessoas. Assim, as pessoas não terão que se habituar com roubos.