ENEM PPL 2016 - Alternativas para a diminuição do desperdício de alimentos no Brasil

Enviada em 19/08/2022

Isaac Newtom, célebre matemático, defende, na Primeira Lei, que todo corpo tende a permanecer em seu estado inicial, até que um força atue sobre ele e altere essa realidade. De modo similar aos elevados índices de desperdício alimentar, perma-necerão, caso não haja uma força que provoque mudanças no cenário vigente. Tal conjuntura é preocupante para governo e sociedade. Essa verdade pode ser observada tanto pela escassez de informação quanto pelo consumismo exacer-bado. Assim, ações para reverter a situação são necessários.

A priori, é relevante afirmar que, em tempos hodiernos, a ineficiência de informa-ção da sociedade é uma das razões basilares para a permanência do desperdício de alimentos. Nesse ínterim, segundo Nelson Mandela, ex presidente da Africa, de-fende que a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo. Inobstante, o que se encontra em solo nacional é uma taxa de em média 35 mil toneladas por dia de alimentos desaproveitados, segundo pesquisa da Empresa Brasileira de Pesqui-sa Agropecuária (Embrapa), que poderiam ser aproveitados para alimentar diver-sas famílias, visando que mais de 1,5% da população vive em situação de insegu-rança alimentar, segundo relatório da Organização das Nações Unidas para a Ali-mentação. Dessa maneira, caminhos para atenuar o panorama são importantes.

A posteriori, vale salientar que a cultura consumista reforça a problemática. Nesse sentido, segundo a Agenda de 2030 é seu objetivo garantir um consumo respon-sável. Não obstante, o que se percebe em território brasileiro é um consumidor que não planeja suas compras com eficácia e que se deixa levar pelos valores es-téticos dos alimentos, fato erronico, uma vez que beleza não significa qualidade. Desse modo realização compras exageradas e descartam alimentos de padrões de estética baixos, e os mesmos são descartados nos lixos. Destarte, caminhos para combater o consumismo são indispensáveis.

Logo, ao analisar a precariedade de informações e o alto consumismo, nota-se a interferência destes na manutenção da questão problema. Posto isso, cabe a mídia, elemento difulsor de comportamento, por exelência, divulgar as consequências do elevado disperdício alimentar , mediante propagandas e documentários na tv de canais abertos em horário nobre, com o fito de amenizar a perda de alimentos duante e após o processo de produção. Dessa maneira uma força atuar-se-a sobre o panorama e mudaria a realidade.