ENEM PPL 2016 - Alternativas para a diminuição do desperdício de alimentos no Brasil
Enviada em 30/09/2023
Na revoluçã francesa, a realização de grandes banquetes pelos nobres, geralmete seguindas de um grande descarte alimentos, enquanto parte da população morria de fome foi um fato gerador da revolta. Atualmente, a lamentável questão insufladora do evento histórico ainda se materializa na realidade, haja vista o recorrente desperdício de comida no Brasil. Nessa senda, para entender e sanar este impasse é inprescindivél uma análise sobre dois relevanetes aspectos: A falha governamental e o sistema educacional.
Em primeiro plano, ressalta-se que a ingerência do governo perante a perda de comida no país é uma causa estrutural do problema. Nesse contexto, o economista Jonh Keynes defendeu que a função primordial do Estado é corrigir os desequilibros da sociedade, principalmente os relativos a dinâmica nutricional da populaçaõ. Dessa maneira, atinente a visão do autor, é possivel costatar que uma prerogativa estatal não está sendo atendida, pois de acordo com dados da ONU de 2016, mais 90% do alimento despediçado ocorre antes de chegar ao consumidor final. Logo, ao constatar a existência do trauma, revela-se que a atuação do governo não está sendo efetiva. Assim, urge uma ação governamental sólida relativa a gestão do escoamento e conservação de produtos perecivéis.
Outrossim, vale salientar que a má gestão de alimento ,que gera desperdício, é possibilitada por uma falha estrutural da educação. Isso ocorre, pricipalmente, porque, como já dito pelo pedagogo Alfie Konh, a lógica educacional do capitalismo é majortariamente voltada para o trabalho e não para formar indíviduos capazes de pensar cientificamente a solução de problemas complexos, como a gestão de recursos. Sob essa otíca, a falta de um modelo educativo adequado, produz pessoas com dificuldade de pensar, identifica e postular soluções para o problema do desperdicio.
Por fim, cabe ao Governo Federal executar um plano de ação focado na solução da perda dos insumos perecíveis. Isso será porsível por meio da alocação de verba da União para fomentar pesquisas voltadas a longevidade e qualidade do alimento, junto a uma campanha publícitária de economia domestica na televisão que auxilie a população a comprar e conservar melhor os produtos. A fim de sanar o problema.