ENEM PPL 2017 - Consequências da busca por padrões de beleza idealizados

Enviada em 02/05/2021

O filme “O Mínimo Para Viver” é uma crítica aos padrões de beleza e mostra a história de Ellen, uma garota de 20 anos que sofre de a anorexia desde a adolescencia, periodo onde passou em vários médicos e em vários programas de reabilitação para tentar se libertar da doença. No filme, Ellen acaba indo parar em uma clinica para jovens que sofrem de anorexia, assim como muitos jovens na atualidade, que por contra dos padrões de beleza acabam se adequando a esses norma e não comendo. No filme nos é mostrado diversas cenas onde Ellen e seus comapanheiros de clinica se recusam a comer ou não conseguem digerir os aliementos, pois não conseguem sentir fome ou quando comem acabam vomitando por ter valores calóricos muito grandes na comida, que demonstra muito bem a realidade infeliz de diversos jovens.

De forma análoga, podemos comparar essa história com a de muitos jovens, que por muitas vezes acabam sofrendo com a anorexia por conta de padrões de beleza, onde muitos infleunciadores de diversas plataformas para chegar na formula do “corpo perfeito” acabam fazendo absurdos, como ficar dias sem comer, tomar rémedios, fazer cirurgias de estômago sem necessidade ou vivendo de restrições alimentares muito pesadas que quase testam seus limites. Muitas vezes as redes sociais e a industria da moda acabam trazendo essas tendenciais absurdas, que fazem muitas pessoas quererem se adequarem a elas para poderem se sentir pertencidos a algo e não estar por fora daquele movimento, tanto que, muitas pessoas se mudam por completo e alteram muitas vezes suas roupas, cortes de cabelo, jeito de falar, gostos pessoais e até mesmo formas físicas.

Assim como no filme “O Mínimo Para Viver” dito antes, essa busca pelo “corpo perfeito” acaba trazendo consequências, como a anorexia dita anteriormente, problemas alimentares, problemas emocionais como estresse, ansiedade e depressão que levam pessoas a terem suas autoestimas baixas e se achando feias e insuficientes para a sociedade, como no caso de Milliy Toumey, uma menina de 11 anos que se suicídou no ano de 2017 por não aguentar a prórpia aparencia e deixando uma mensagem para trás escrita “meninas bonitas não comem”. Um estudo feito em 2014 diz que apenas 4% das mulheres se classificam como belas, confirmando ainda mais a crueldade dos padrões.

O mais certo para solucionar esse problema seria a CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) regulamentar os anuncios de beleza ou moda e criar propagandas para mostrar que não existem corpos perfietos, mas sim pessoas diferentes e jeitos diferentes, assim mostrando para as pessoas que tem autoestimas menores que elas podem se aceitar e ficar bem do jeito que elas são, fazendo assim com que casos como o menina Milly possam ser evitados.