ENEM PPL 2017 - Consequências da busca por padrões de beleza idealizados
Enviada em 17/08/2022
O filme “O mínimo para viver” retrata a história de Ellen, uma garota que acaba desenvolvendo anorexia como consequência da busca por um corpo perfeito. De maneira análoga à ficção, fica perceptível que nos dias atuais a busca pelo corpo perfeito gera consequências preocupantes. Assim, é lícito afirmar que os problemas psicológicos e o agravamento da saúde são consequências dessa busca por um corpo que não existe.
Neste contexto, evidencia-se que as doenças causadas por essa busca ao irreal são também agravadas com o fator psicológico, podendo ocasionar depressão, ansiedade, estresse, entre outros. Ademais, nos dias atuais as mídias sociais tem grande parte no papel de ódio nos corpos naturais, escondendo- os, e mostrando apenas o que seria “bonito”, promovendo para as pessoas que veem apenas o “ideal” em seus celulares, cada vez mais insatisfação com o própio corpo, o que estimula as dietas perigosas que podem custar sua saúde mental e física. Logo, medidas devem ser tomadas para que esse cenário não seja frequente.
Outrossim, é imperativo destacar que a busca pelos padrões de beleza pode lesionar sua saúde e até levar a morte. De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), O Brasil é líder mundial no ranking de cirurgias plásticas em jovens, reforçando que são as mais afetados por essa busca, um exemplo disso seria a influênciadora Liliane Amorim que após ter complicações em uma cirurgia de lipoaspiração, foi a óbito, na mídia, Liliane já era elogiada por ter um corpo “perfeito” antes mesmo da cirurgia. Entretanto, essa busca nunca chega ao fim, sempre terá algo para melhorar.
É necessário, portanto, medidas para amenizar este quadro. Deste modo, o Governo, em parcerias com as Escolas, deve promover campanhas de autoaceitação, por meio de programas com apoio pisicológico nas escolas e comunidades carentes, a fim de diminuir as consequências preocupantes que são geradas pela idealização da beleza nos dias atuais. Tais programas devem ser feitos em grupos para assim gerar uma discursão sobre esse tema e como pode ser resolvido. Dessa forma, a ficção narrada em “O mínimo para viver” deixará de ser uma realidade para tantos brasileiros.