ENEM PPL 2018 - Formas de organização da sociedade para o enfrentamento de problemas econômicos no Brasil
Enviada em 13/09/2019
A Revolução Tecnocientífica, começou em meados do século XX e ocasionou mudanças em diversos campos do conhecimento, entre eles a economia, que tem como reflexo dessas transformações o aumento do índice de desemprego. Assim, consequente a essa evolução tecnológica que permanece em constante progresso, faz-se pertinente debater a cerca das formas de organização social para o enfrentamento de problemas econômicos. Ademais, por insuficiência governamental em facultar especializações aos profissionais informais e o pouco incentivo ao trabalhador autônomo, muitos brasileiros tem enfrentado dificuldades em gerar sua própria renda.
Cabe pontuar, a princípio, que a inserção da ocupação informal na sociedade é crucial para a amenização das mazelas financeiras vigentes. Nessa conjuntura, em 1972, no Programa Mundial de Emprego, a Organização Internacional do Trabalho conceituou diversos tipos de ofícios, entre eles, o informal, cujas algumas das características são: a desvinculação a qualquer empresa e a exigência de profissionalização. Dessa forma, devido a ineficácia do Estado, em proporcionar aprimoramento aos cidadãos, inúmeros indivíduos não obterão oportunidade nesse serviço rentável e consequentemente, serão acometidos por dilemas monetários.
Outrossim, o limitado estímulo que o trabalhador autônomo recebe do Governo, é um dos fatores que tem acarretado impasses econômicos ao Brasil. Nesse contexto, vale destacar que, segundo dispõe a Lei Federal, promulgada em 1991, trabalhador autônomo é a pessoa física que exerce por conta própria, não recebe salário fixo e não tem como exigência a obtenção de um curso superior. Logo, um dos motivos de haver a persistência de problemas pecuniários no país, é a falta de políticas públicas que instigue a inserção de um maior número de pessoas nesse modelo trabalhista.
Portanto, é evidente a importância do debate acerca dos tipos organizacionais da população, frente aos celeumas monetários do povo brasileiro. Sobre esse viés, cabe ao Ministério de Educação - por meio da Mídia - gerar mais cursos qualificatório e divulgar em jornais e redes sociais, depoimentos de pessoas que, após se especializarem, adentraram no mercado informal e obtiveram crescimento econômico, afim de que outros cidadãos motivem-se a fazer o mesmo. Além disso, concerne ao Ministério da Economia, através de propagandas televisivas, o dever de produzir vídeos de incentivo ao trabalho autônomo, no qual, far-se-á relatos de pessoas que obtiveram aumento na renda após a inserção nesse modelo laboral. Assim, com a proliferação desses dois arranjos socioeconômicos, será mais fácil conciliar o mercado de trabalho as mudanças monetárias que ocorrem desde o seculo XX.