ENEM PPL 2018 - Formas de organização da sociedade para o enfrentamento de problemas econômicos no Brasil

Enviada em 10/10/2019

O Nacional- Desenvolvimentismo, elaborado por Juscelino Kubitschek, representou a abertura monetária aos investimentos estrangeiros. Por consequência, essa atitude resultou no aumento do emprego no Brasil. Atualmente, nota-se que formas de organização da sociedade são necessários para enfrentar problemas econômicos, ora por expandir a distribuição de renda, ora por propiciar a concessão de créditos.

Em primeiro plano, vale ressaltar que a distribuição de renda erradica o aparecimento de problemas financeiros. Em 1933, nos Estado Unidos, deu-se início ao Keynesianismo. Conforme essa corrente econômica, o Estado deve promover o racionamento de benefícios sociais para a sociedade. Entre essas bonificações estava a repartição do capital como estratégia para combater a Crise de 1929. Tal política fiscal foi um sucesso e consolidou a hegemonia estadunidense nos próximos anos. Diante disso, percebe-se que dispersão de renda é uma forma indispensável para organizar a população quando depara-se com problemas econômicos.

Além disso, convém analisar que a concessão de crédito aos indivíduos acarreta na circulação do capital. Em 2006, o Brasil viveu o seu melhor momento econômico no século XXI. O Ex-presidente Lula, junto com Banco Central, permitiu a maximização de empréstimos pelos bancos,  fator que aumentou o poder de compra do cidadão brasileiro e, ao circular o capital, favoreceu o progresso financeiro no país. Com isso, vê-se que oferta de créditos é uma importante forma de organização da sociedade, visto que ela possibilitar a diminuição de impasses econômicos.

Portanto, urge que o Ministério da Economia promova a distribuição de renda. Nesse aspecto, esse órgão deve acumular tributos, por meio da taxação de grandes empresas. Em suma, os impostos arrecadados devem ser direcionados aos cidadãos, para que ocorra a redução dos problemas econômicos. Em seguida, o Banco Central deve expandir a concessão de créditos, como foi feito em 2006. Desse modo, o Brasil, aguerrido aos ideais keynesianos, terá resultados semelhantes ao dos EUA após 1933.